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O sionismo volta a assassinar - Protestos em Lisboa!

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158864 Mensagens em 13083 Tópicos- por 41471 Membros - Membro Mais Recente: Aldirene

Setembro 10, 2010, 02:55:37
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Autor Tópico: O sionismo volta a assassinar - Protestos em Lisboa!  (Lida 8544 vezes)
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Endurecer a luta, correr com a ministra!

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« Responder #15 em: Janeiro 25, 2009, 12:28:47 »


LISBOA SOLIDÁRIA COM O POVO PALESTINO



Milhares de manifestantes concentraram-se dia 24 de Janeiro no Largo Camões, em Lisboa, em solidariedade com o povo palestino. Nas intervenções ali efectuadas foi condenado o banditismo do Estado israelense, a sua política genocida, a sua utilização de armas ilegais como urânio e fósforo branco em Gaza e o cinismo do governo português que equipara os criminosos às suas vítimas. Um dos oradores anunciou que a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou dia 20, por maioria, a geminação da Cidade de Lisboa com Gaza.

Após a concentração no Largo Camões os manifestantes desceram a Rua do Alecrim em direcção à Câmara Municipal de Lisboa, com palavras de ordem defendendo o fim dos massacres do Povo Palestiniano, a investigação e processo dos responsáveis israelenses pelos crimes de guerra e contra a Humanidade; o fim ao Bloqueio a Gaza; o fim à Ocupação da Palestina; e uma Paz Justa e duradoura no Médio Oriente
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« Responder #15 em: Janeiro 25, 2009, 12:28:47 »

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« Responder #16 em: Março 09, 2009, 10:51:11 »

Citação de: recebido por e-mail

Convite
 
Sessão-debate sobre a Palestina
 
Dia 11 de Março, quarta-feira, às 18.30h
Sede da Associação Abril
(R. de S. Pedro de Alcântara, 63-1.ºdto)



A Associação Abril vem convidar os associados, amigos e todos os que se interessam pelas questões ligadas à situação da Palestina para ouvirem os testemunhos de Berta Macias e Amílcar Sequeira que, recentemente, visitaram a Palestina e Israel.

Em representação do Tribunal Mundial sobre o Iraque – Audiência Portuguesa, integraram uma delegação composta por membros do Conselho Português para a Paz e a Cooperação, a CGTP e o Movimento Democrático de Mulheres, tendo estabelecido contactos com diversas organizações de resistência, tanto árabes como israelitas.
A comunicação será seguida de debate.
 
Pela Associação Abril,
 
Maria Guadalupe Magalhães
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« Responder #17 em: Março 09, 2009, 11:03:26 »



Apelo para a retirada do Hamas da lista europeia das organizações terroristas
Bruxelas, 1 de Fevereiro de 2009

Por ocasião das eleições europeias de Junho de 2009, dirigimos um apelo urgente a todos os candidatos às 736 cadeiras do Parlamento Europeu.

Pedimos-lhes que se comprometam a obter a retirada imediata e incondicional do Hamas e de todas as demais organizações de libertação palestinas da lista europeia de organizações terroristas.

Pedimos que a União Europeia reconheça o direito à autodeterminação do povo palestino. Isso implica o reconhecimento do Hamas pela União Europeia como movimento legítimo de libertação nacional.


Para assinar envie um email a nadinerr@gmail.com indicando:
Nome, Prenome, Função, País, Endereço mail


--------------------------------------------------------------------------------

Signatários do Apelo em 01/Março/2009

Allemagne
ABOUDAN F., Dr. Stellvertret Vorsitzender des Deutsch - Syrischen e.V. en Allemagne
AL-ZOEBI Mohammed, prof. Dr., ex-Minister in Syria
ELSÄSSER Jürgen, journalist, Berlin
FELLER Jonas, Anti-imperialist activist and high school student, Rostock
HAIDER Ahmad, Dr. med. Urologe und Androloge
HARTMANN Klaus, Offenbach am Main, Bundesvorsitzender des Deutschen Freidenker-Verbandes
HÖRSTEL Christoph, Regierungs-/Unternehmensberater, Buchautor, Vors. Friedenskreis Deutschland e.V. i.G., Nehls, Gertrud, AK Asyl
ITANI Zouhair, Prof.Dr.med. Dermatologist, Düsseldorf
KARSLI Jamal, FAKT-Party
KREBS Djamila, membre d'Europalestine
MASSARRAT Mohssen, Professor Dr. Osnabrück
SCHYDLO Krystyna, Deutsch-Palästinensische Gesellschaft, Ruhrgebiet
VON RAUSSENDORFF Klaus, Referent für internationale Fragen beim Bundesvorstand des Deutschen Freidenker-Verbands

Autriche
ARTLIEB Marion, Dpl.Ing. computer scientist
BADER Wilfried, local counsellor Angerberg, Tirol
DWORCZAK Hermann, social scientist, trade unionist
GABRIEL Leo, journalist and social anthropologist, member of the council of the World Social Forum
HOFBAUER Hannes, publisher and publicist
LANGTHALER Wilhelm, Anti-imperialist Camp
MELVYN Peter, Jewish voices for a just peace in the Middle East
OBERKOFLER Gerhard, University professor, Vice president of the Association Alfred Klahr, Innsbruck
OBID Milan, chairman of the Slovene Students Club Vienna
PIRKER Werner, journalist
SCHAUER Waltraud, former human shield in Iraq
SCHÖGLER Johann, Styrian Peace Platform
STUDEN-KIRCHNER Aleks, author and interpreter

Belgique
ABICHT Ludo
ABOU JAHJAH Dyab, activiste, Belgique-Liban
AHIDAR Fouad, parlementaire bruxellois
ALEGRE Greta, cinéaste, Artistes contre le Mur
BEAUGIER Catherine, Poète – Ecrivain
BENMERAD Djamal, Ecrivain Bruxelles
BORREMAN Hadassah, publiciste
BRACKE Sarah, féministe & professor KULeuven
BRICMONT Jean, physicien
COLLON Michel, écrivain et journaliste
DE BRABANDER Ludo, Stafmedewerker vzw Vrede
DE HERT Robbe, cinéaste
DE LEY Herman, emeritus professor.Universiteit Gent
DE WITTE Ludo, auteur
DE WITTE Paul, Woordvoerder Basisbewehging voor democratie in samenlevving en kerken,
DELMOTTE Paul, professeur IHECS
DEQUEECKER Ida, féministe
DERRICHE Ouardia, membre de l'Association Belgique-Palestine
FADIL Nadia, sociologue
GEYS Herman, Kunstenaar
GOEMAN Eric, woordvoerder Attac Vlaanderen
GOOSSENS Pol, journaliste
HABERKORN Amir
HAMIDI Malika, doctorante EHESS à Paris
HASSOUN Karim, Voorzitter AEL
HOUTART François, professeur émérite de l'Université catholique de Louvain
JENART Nathalie, psychologue, directrice d'un centre PMS, Bruxelles
JORISSEN Francis, webmaster Attac Vlaanderen
KAREL Arnaut, antropoloog, UGent
LANOYE Tom, auteur
LOS René, bestuurder
LOUCKX Fred, Sociologue, Vrije Universiteit Brussel
MAHI Yacob, Enseignant, Théologien, Dr. en Histoire et Sciences des Religions, Conférencier,
MOMMAERTS Omer, militant vakbond ACV-CSC
MOUSSET Renée, Association Belgique-Palestine, Liège
MUKUNA Olivier, journaliste
PLOUVIER Liliane, Professeur de droit international Bruxelles
PONET Isabelle, enseignante retraitée,
POSMAN André, eredocent actualiteit Sint Lucasinstituut Gent, lic. Geschiedenis. Dir Concertreeksen DE Rode Pomp Gent
RAMIREZ Ronnie, cinéaste
Frank, MD, emeritus professor UGent
ROSA-ROSSO Nadine, enseignante et auteur
ROSSEEL Eric, gepensioneerd docent psychologie VUB
SAÏDI Nordine, Mouvement Citoyen Palestine
Staszewski Michel, enseignant, Bruxelles
SWYNGEDOUW Erik, Professor of Geography School of Environment and Development Manchester University
TURINE Jean-Marc, écrivain
VAN DEN BERGH Gie, professor Universiteit Gent, ethicus en historicus
VANDECAN Myriam, vzw CODIP
VANDEN BAVIERE Paul, journaliste et historien
VANDEPERRE Elke, coördinator vzw Motief
VANHOVE Daniel, Observateur civil, auteur, membre de l'ABP et du MCP
VERCHEVAL Véronique, Photographe
VERGAELEN Eva, writer
VERVAET Luk, président section belge IUPFP
VERWIMP Remi, coördinator Werkplaats voor Theologie en Maatschappiij

Bulgarie
HADDAD Georges, Writer, Bulgaria/Lebanon

Chypre
BELAL Aabdelhai, PHD student

Espagne
AMADOR Irene, anthropologue
CAPORALE Alessandra, social anthropologist, university lecturer, Barcelona
FRABETTI Carlo, écrivain
MAESTRO MARTIN Ángeles, mèdica especialista en salud pública
MAIRA Antonio, Politólogo, redactor Diario digital inSurGente
PEREZ BERROCAL Gloria, programmatrice de télévision
RAVENTÓS BARANGÉ Anna, PhD Senior Lecturer Faculty of Arts and Letters University of Seville
ROMANO Vicente, professeur d'université
TALENS Manuel, écrivain
TENA Carlos, periodista

France
AKEL Marie-Elise
AMARA Jean-Claude, porte-parole de Droits devant !!,
BELAHRACHE Radouane, Nîmes
BLEITRACH Danielle, sociologue et écrivain
BOUAMAMA Saïd, sociologue
BOUMEDIENE-THIERY Alima, sénatrice
BOUSSOUMAH Youssef, Mouvement des Indigènes de la République
BOUTELDJA Houria, Mouvement des Indigènes de la République
BRUGUIER Alain, infirmier libéral, vice président de l'AFPS de Nîmes (Gard)
CHAAMBI Abdelaziz, militant associatif
COLONNA Eric, citoyen engagé, Lyon
CRETAUX Sophie, ex-chercheur au CNRS, agrégée d'histoire
DEDAJ Viktor, cyber-journaliste
DELPHY Christine, Fondatrice et directrice de la revue NQF) / France
DIAGNE Roland, enseignant en France, militant communiste marxiste-léniniste
DUTHU Françoise, ancienne députée au Parlement Européen (Les Verts)
FANON-MENDES-France Mireille
GARREAU Micheline, militante ISM
GIRARD Youssef, étudiant
JENNAR Raoul Marc, consultant en relations internationales
KHIARI Sadri, Mouvement des indigènes de la république
LACROIX-RIZ Annie, professeur d'histoire contemporaine, université Paris 7
LAHAYE Laure, Chargée de collections en arabe à la Bibliothèque nationale de France, Conseillère de quartier, Paris,
LAROSIERE Jean-François, responsable syndical et associatif
LEVY Laurent, essayiste, France
LOPE (de) Monique, professeur émérite à l'Université de Provence
REVELLI Philippe, journaliste
RUMEAU Mireille, militante ISM
STERN Catherine, enseignante d'Histoire à la retraite, ancienne chargée de cours à Paris
ZAAF Mohamed, chirurgien et conseiller municipal (911510)
ZEMOR Olivia, présidente de CAPJPO-EuroPalestine et responsable du site europalestine.com

Grèce
CONSTANTINOU Petros, Campain Genoa 2001
SIFAKAKIS Yiannis, Stop the war Coalition
VARNAVA-SKOURA Gella, professeur en sciences de l'éducation à l'Université d'Athènes

Hongrie
SZAMOSFALVI Albert, artiste peintre

Irlande
MAGUIRE Mairead, prix Nobel de la Paix
MORRISON Danny, writer

Italie
AYALA SOSA Rosa (Dr.ssa), CIEP
BONALI Giulio
CHIESA Giulietto, parlamentare europeo e giornalista
SANTI Massimo (Prof.), Presidente Comitato Internazionale di Educazione per la Pace
HACK Margherita, Astrofisica
HACK Margherita, Astrofisica
LOSURDO Domenico, Direttore Istituto Scienze filosofiche, università di Urbino
MANDUCA Paola, geneticist
MANISCO Lucio, giornalista ed ex parlamentare europeo
MARTINEZ Miguel, website www.kelebekler.com Italy
NOUR DACHAN Mohamed (Dr.), Unione delle Comunità ed organizzazioni Islamiche in Italia
PAGANI Giovanna (Prof.ssa), Presidente On. Wilpf Italia -Lega Internazionale delle Donne per la Pace e la Libertà
PASQUINELLI Moreno, Campo Antiimperialista
Mary (Prof.), co-Editor of Palestine Think Tank and co-founders of Tlaxcala, Dr. Art Historian and Art Restorer
VATTIMO Gianni, Filosofo ed ex parlamentare europeo
VERLICCHI Elsa, Anthropologist, Rome
ZOLO Danilo, Docente di Filosofia del Diritto internazionale, università di Firenze

Pays-Bas
AOURAGH Miriyam, co-organizer Dutch antiwar and antiracism campaign, initiator of the national demonstration for Gaza in Amsterdam, Research Fellow at Oxford University, UK
BENZAKOUR Mohammed, écrivain et journaliste
BOUZERDA Abdou, président Arab European League
DUISENBERG Gretta, Chair Foundation Stop the Occupation
LAMP Paul, board member of Stop the Occupation
MEYER HAJO G., Bestuurslid “Een Ander Joods Geluid”
SOETERIK Robert, antropoloog, Middle East Research Associates

Pologne
BARTOLIK Pawel Michal, Journalist of Trybuna Robotnicza (Workers Tribune), weekly and websites Viva Palestyna, Internacjonalista.pl and Lewica.pl.

Portugal
SARAMAGO Jose, écrivain
URBANO Miguel, écrivain
FIGUEIREDO Jorge, webmaster

Roumanie

POLGAR Alexandru, philosophe, éditeur de la revue Idea
Royaume-Uni
ALI Tariq, writer, film-maker and editor of New Left Review
ATZMON Gilad, artiste de jazz et écrivain
BARRETT Mark, civil liberties campaigner, London
BOUTELDJA Naima, Journalist, England
BRACKE Maud, lecturer, University of Glasgow
BROWN Brenda, Chair, Brighton & Hove Palestine Solidarity Campaign, England
CHANDAN Sukant, Chair, English branch of the IUPFP
COOPER Alan, Senior Lecturer, European College of Business and Management,
CROOKE Alistair, Conflicts Forum Director and Founder
EL-SALAHI Zaki, Masters student, Edinburgh, Scotland
HALPIN David, FRCS Standing in solidarity with the Palestinian people
HOUSE James, maitre de conférence à l'Université de Leeds
HUTNYK John, Professor of Cultural Studies, Academic Director of CCS Goldsmiths University of London
KEHOE Jon, artist, London
RAHWANJI Maha, Member of the Executive Committee, Palestine Solidarity Campaign
RAMADAN Tariq, professor, Oxford/Erasmus Universities
RICHET Mathis, Musician
SCHMID Estella, Kurdistan Solidarity Committee & CAMPACC
THARANI Marishka, Actress
VIRGIN Robin, Pluto Press, England

Suède
MYRDAL Jan, écrivain
SCHLERETH Einar, Journalist
WILHELMSON Lasse, teacher

HORS UE

Afrique du Sud
KASRILS Ronnie, former South African government minister; writer and activist
MANAMELA Buti, National Secretary Young Communist League of South Africa),
ZAAIMAN Andre, Researcher

Brésil
BOAL Augusto, homme de théâtre
FONTES Virginia, historienne, Rio de Janeiro

Canada
BARBEAU-LAVALETTE Anaïs, Réalisatrice Québec
BARGHOUTHY Hani, Writer, editor-in-chief of www.arabianawareness.com
BIBEAU Robert
Ivan, member of Vancouver Socialist Forum, contributing editor of Socialist Voice
LOUIS Tim, Former Vancouver City Councillor
TAWFIK AL-MANSOURI Mohamed, Ph.D., Writer and Researcher, Afnan Magazine

Cuba/Mexico
GUERRA CABRERA Ángel, periodista y académico, Cuba/México

Egypte
AL KAZAZ Yehia, Egypt, Professeur d'université, écrivain et activiste

Irak
AL RABII Abdallah, Thinker and writer
ALYASIRI Isam, Journalist

Jordanie
BUSTANI Hisham, Writer and Secretary of the Socialist Thought Forum, Jordan

Lebanon
HANAFI Sari, Associate professor, American University of Beirut
KASSEM Mohammad, Beirut International Forum For Resistance, Anti Imperialist, People's Solidarity and Alternatives
LYNA AL TABBAL Lyna, Chef du département des droits de l'homme à l'université JINAN / Tripoli-Liban

Maroc
AMKASSOU Omar, membre du conseil d'orientation du mouvement Justice et Spiritualité
ARSALAN Fathallah, porte-parole du mouvement Justice et Spiritualité
BAHRAOUI Ghizlain, membre du secrétariat général du cercle politique (mouvement justice et spiritualité)
BELLA Abdellah, enseignant
BENNAJEH Hassan, responsable de la jeunesse du mouvement justice et spiritualité
BICHA Batoul, enseignante
CHIBANI Abdallah, membre du secrétariat général du cercle politique (mouvement justice et spiritualité)
HAMDAOUI Mohammed, membre du conseil d'orientation du mouvement Justice et Spiritualité
EL KADI Mohamed, Président de l'Agence Méditerranée pour la Coopération Internationale, Journaliste / Directeur du Journal "La Méditerranée", Fès
EL MOUTAWAKIL Abdelwahed, Secrétaire général du cercle politique du mouvement Justice et Spiritualité,
Mustapha, responsable du secteur syndical du mouvement justice et spiritualité
Abdessamad, coordinateur du comité marocain du soutien aux causes de la Nation
IHARCHANE Omar, chercheur
KASSID Fatima, membre du secrétariat général du cercle politique (mouvement justice et spiritualité)
KHALIFI Mouna, membre du secrétariat général du cercle politique (mouvement justice et spiritualité)
MANAR Mohammed, chercheur
RAHMANI Najia, chercheuse,
SAKHRAJI Aziza, enseignante chercheuse
Mohammed, Responsable du comité des droits de l'Homme (mouvement justice et spiritualité)
SHATER Lakbira, Membre bureau politique du parti socialiste Uni
YAFOUT Merieme, Responsable de la section féminine du mouvement Justice et Spiritualité
YASSINE Nadia, fondatrice de la section féminine du mouvement Justice et Spiritualité

Norvège
HAMAD Nidal, Writer and Joournalist, Palestine/Norway

Oman
KILANI Hashem, Prof., PhD Faculty of Education Physical Education Department Sultan Qaboos University

Palestine
KASAB Mahameed Khaled, the founder of the Holocaust Museum in Nazareth
KLAWASMI Abdulmohsin, prof unif, Jerusalem
KHRESHE Hassan Dr., Vice President Palestinian legislative council
NEWMAN Marcy, Associate Professor, An Najah University, Nablus

Suisse
CAVALLI Franco, Immediate Past President of UICC (Union Internationale Contre le Cancer), Direktor des Onkologischen Instituts der Italienischen Schweiz (IOSI) in Bellinzona, Initiator medicuba, Nationalrat der SP Schweiz von 1995 - 2007
FISCHER Franz, Sekretariat Partei der Arbeit der Schweiz - Sektion Basel, Trade Union UNIA
HUI Matthias, Fachstelle OeME, Ref. Kirchen Bern-Jura-Solothurn, Schweiz,
KOUCHAKJI George A., Palestine Solidarity Basel
LEUENBERGER Peter, Historiker, Vorstandsmitglied Gesellschaft Schweiz- Palästina, Schweiz
SHEIKH KHALIL Nabil, Association to Support Palestinians in Need
VISCHER Daniel, MP of the Green Party

Syrie
JABBOUR Georges (Prof. Dr.), President UN Association of Syria, Independent Expert Human Rights Council, 2002-2008 Former Presidential Adviser and Member of Parliament)
MANJOUNEH Mohamed, Syria, Deputi Secretary general of The Socialist Democratic Arab Union
SHOUJAA Wael, Writer and Academic, Syria/Venezuela
TARSHAHANI Issam, Poet
WAHAB Mahmoud, Former MP

Tunisie
ESSALEM Badr, Jourmaliste

USA
BERLIN Greta, co-fondatrice Free Gaza Movment
CATALINOTTO John, managing editor, Workers World Newspaper
DOUGLAS Emory, Former Minister of Culture of The Black Panther Party
DUMAS F. LAFONTANT Doumafis, Organizer, African Liberation Day
FLOUNDERS Sara, co-director, International Action Center
PETRAS James, Bartle professor emeritus Binghamton University
PINO Julio (Dr.), professor of history
SEBOGO BERNARD NKUMAH, Chairperson of Boston Branch, All African People's Revolutionary Party

Venezuela
DERONNE Thierry, vice-président télévision publique Vive TV République bolivarienne du Venezuela
DURAND Benjamin, professeur de cinéma et télévision, Caracas

Este apelo encontra-se em http://resistir.info/ .
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Endurecer a luta, correr com a ministra!

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« Responder #18 em: Março 27, 2009, 06:21:39 »



ATROCIDADES NAZI-SIONISTAS




Uma t-shirt ostentando uma palestina grávida sob uma alça de mira e a inscrição "Um tiro duas mortes". Foi a imagem escolhida por snipers (atiradores de elite) da infantaria israelense. Outras t-shirts exibem bebés mortos, mães a chorarem sobre os túmulos dos seus filhos, armas apontadas a crianças e mesquitas bombardeadas. Há uma loja em Tel Aviv especializada em imprimir as ditas t-shirts e cada pelotão escolhe a imagem que vai usar. As atrocidades praticadas pela entidade nazi-sionista já não são escondidas – são mesmo exibidas
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Endurecer a luta, correr com a ministra!

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« Responder #19 em: Março 27, 2009, 06:25:25 »



MÉDIO ORIENTE: OCUPAÇÃO E RESISTÊNCIA


 
Iraque: 6 anos de luta
Palestina: 60 anos de luta
Colóquio, dia 28 de Março, às 14h30
no auditório do SPGL (R. Fialho de Almeida, 3 - Lisboa)
Promovido pela CGTP-IN , CPPC , TMI
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« Responder #20 em: Abril 14, 2009, 03:35:08 »

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« Responder #21 em: Junho 16, 2009, 03:00:36 »



Terça-feira, Junho 16, 2009
O Google, o Koogle e o resto




Graças ao Koogle, os judeus ortodoxos já estão autorizados pelos rabinos a utilizar a Internet. Este motor de busca kosher bloqueia o acesso a todos os conteúdos proibidos pela lei judaica, como todo o material sexualmente explícito.
O Koogle, cujo nome é um trocadilho com o prato tradicional judeu kugel e o motor de busca Google, foi criado com o apoio de rabinos ultra-ortodoxos e bloqueia todos os conteúdos menos próprios, como a maioria das fotografias de mulheres, que os rabinos consideram "imodestas". Os links para notícias israelitas e sites de compras são também filtrados, para que itens proibidos pelos rabinos, como televisões, não sejam visíveis. Mesmo o sabat, o dia de descanso semanal dos judeus, também é respeitado. O site não permite qualquer compra online neste dia em que a lei religiosa proíbe todos os tipos de trabalho e negócio.

Tanto criticam os ocidentais o fundamentalismo religioso de alguns e a falta de liberdade que existe em certos países como a China mas não parecem incomodados que os que chamam de “amigos” não tenham um comportamento melhor que eles. Se a este triste espectáculo de falta de liberdade e de fundamentalismo não bastasse temos ainda a sua postura criminosa e expansionista para com a palestina. O projecto apresentado pelo primeiro-ministro israelita. Benjamin Netanyahu, para a criação de um estado palestiniano seria uma ofensa para qualquer um de nós ao limitar os direitos de se ser livre e soberano no seu próprio país. Isto para não falar da continuação do crescimento de colonatos em áreas ocupadas e que desejam definitivamente anexadas. Que diriam os nossos hipócritas dirigentes ocidentais se não fosse o compadrio e cumplicidade que têm com o estado de Israel? Por muito menos encontraram justificação para invadir o Iraque, destruir o Líbano e ameaçar o Irão.
Nada tenho contra nenhum credo ou raça, acredito que todos têm o direito à sua existência e à sua liberdade, não aceito é que em nome de uma religião ou de um povo se matem inocentes e se pratiquem barbaridades. Não aceito é que o governo que me representa se coloque de um lado da barricada sem olhar á justiça ou à razão só por inconfessáveis interesses. Estou farto da política da hipocrisia.



Publicada por Kaos em 00:01 1 Pastagens    Link

Pastos: Benjamin Netanyahu, DurEuropa, Hipocrisia, Israel. guerra, Obama, Palestina, Sarkozy, Tony Blair

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« Responder #22 em: Agosto 06, 2009, 10:23:06 »



Resposta a Nuno Pacheco (do Jornal O Público)



Resposta ao editorial de Nuno Pacheco, onde o editorialista (a propósito do apelo a Leonard Cohen, para que não actue em Israel) contesta a utilidade da campanha de boicote.
Comité de Solidariedade com a Palestina | Para Kaos en la Red | 1-8-2009 | 206 lecturas | 1 comentario
www.kaosenlared.net/noticia/resposta-nuno-pacheco-do-jornal-publico


        No seu editorial "O absurdo boicote pedido a Cohen contra Israel" (31.Jul.2009), Nuno Pacheco põe em dúvida a eficácia de um boicote como forma de isolar Israel internacionalmente. Pacheco começa por descrever como "absurda" a escolha de Leonard Cohen como alvo do pedido de boicote a Israel por este ser de origem judaica (budista de religião). Convém dizer que o primeiro apelo a Cohen foi feito por um grupo de judeus no Reino Unido, pedido esse que seria reforçado mais tarde por israelitas e palestinianos contrários à política de apartheid israelita. Esta campanha adopta princípios universalistas, reflectindo a pluralidade dos seus apoiantes.

Leonard Cohen não foi o primeiro, nem será o último artista ao qual o Comité de Solidariedade com a Palestina pedirá que não branqueie os crimes israelitas - uma campanha que    já  conta com apoio de figuras ilustres como o veterano activista anti-apartheid Desmond Tutu, o presidente da assembleia geral da ONU, Miguel d'Escoto Brockman e Roger Waters, dos Pink Floyd, entre outros. O boicote cultural é somente uma vertente numa esforço amplo que pretende isolar Israel internacionalmente.  Há décadas que os  governos  ocidentais  têm  protegido Israel  de  qualquer  responsabilização  pelos  crimes  que  comete contra os palestinianos. Israel vive à margem do direito internacional, violando mais resoluções da ONU que qualquer outro país. Quando os nossos governos aceitam tal  impunidade, tal como colaboraram anteriormente com o apartheid sul-africano, a  responsabilidade  recai  sobre  nós,  cidadãos  comuns.

O movimento global de boicote,  desinvestimento  e sanções (BDS) contra  Israel  já  celebrou  algumas vitórias. Por exemplo, em Janeiro passado o sindicato de estivadores sul africano recusou-se a carregar ou descarregar navios israelitas. No Reino Unido, centenas de académicos votaram para aderir a um boicote a instituições académicas israelitas, cúmplices da ocupação. Mais, na França e nos Estados Unidos há campanhas em curso de boicote a produtos israelitas, especialmente aqueles que são provenientes de colonatos. Alguns fundos de investimento retiraram o seu capital de companhias que colaboram com a indústria israelita da ocupação, como é o caso da Igreja Anglicana britânica.

É absurdo o raciocínio de Pacheco quando este diz que um concerto de Paul Simon na África do Sul em 1992, com o sistema de apartheid ainda vigente mas quase derrotado, ajudou mais do que a própria campanha internacional realizada durante mais de duas decadas e ouvida por milhões de pessoas em todo o mundo.  O apelo de Marlon Brandon por exemplo, para que os seus colegas não se deslocassem à África do Sul, enviou a mensagem de que o racismo não pode ser normalizado. A este tipo de acção juntaram-se acções mais concretas como cortes de relações económicas e sanções. No seu conjunto, estas acções ajudaram a derrotar o apartheid e provaram que solidariedade com os oprimidos, em alguns casos, é mais eficaz com actos deste tipo.

No que diz respeito ao exemplo de Pacheco sobre Portugal, a sua lógica falha outra vez. Não houve um boicote internacional de artistas contra o fascismo português, e por isso não podem ser criticados artistas como Chico Buarque, que sempre cá vieram em atitude solidária com a resistência anti-fascista. Sabe-se que o fascismo português caíu sem essa campanha, mas não se pode afirmar que a campanha teria sido inútil. O facto é que a campanha não exisitu e não tivemos a oportunidade de testemunhar os seus efeitos. No caso da África do Sul, onde a campanha existiu, ela ajudou a acabar com o apartheid.

Portugal juntou-se finalmente ao movimento global de boicote, desinvestimento e sanções (BDS) contra Israel que começou em 2005 depois de um apelo feito por uma parte importante da sociedade civil palestiniana.   A campanha de agora em diante só vai crescer a nível global, nomeadamente agora que Israel tem o governo fascista de Netanyahu-Liebermann a defender abertamente a limpeza étnica de palestinianos. A equipa de futebol israelita Bnei Yehuda joga em Portugal no dia 6 de Agosto contra o Paços de Ferreira. Lá estaremos outra vez como parte da campanha "Kick Apartheid Out of Football". Acções de solidariedade não-violentas como estas devem sem encorajadas. Não esperemos resultados imediatos: a campanha sul-africana requereu persistência. Leonard Cohen pode não ter cancelado o concerto em Israel, mas a história será o melhor juíz nestes casos.


Ziyaad Lunat
Comité de Solidariedade  com  a  Palestina
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« Responder #23 em: Agosto 08, 2009, 03:27:28 »



Orders to Demolish 13 More Palestinian Homes in Jerusalem, Families Asked by Court to Prove Evacuation by Israeli Police



Israeli court asks evicted families to prove they lived in their own homes

[ 06/08/2009 - 11:41 AM ]

OCCUPIED JERUSALEM, (PIC)--

An Israeli court asked the families of Hanun and Ghawi, who were evicted from their homes by the Israeli occupation government, to prove that they lived in their own homes and that they were forcibly evacuated from them.

Sources close to the two families said on Thursday that members of the two families asked neighbors to testify before the court that they lived in their homes and that the Israeli occupation policemen forced them out to the street.

The incident was watched on TV by millions of people all over the world and published in the newspapers but the court still wanted a proof!

Meanwhile, both families refused to leave the pavement where they live after their eviction and refused tents offered by the Red Cross.

They said they preferred to remain under the sun heat than turn into refugees anew and added that they would only leave the pavement back to their homes.

IOG delivers demolition orders to 13 Jerusalemite families

[ 06/08/2009 - 09:30 AM ]

OCCUPIED JERUSALEM, (PIC)--

The Israeli occupation government (IOG) has distributed demolition orders to 13 Jerusalemite families in five suburbs in occupied Jerusalem on Wednesday, Palestinian sources in the city reported.

They said that the IOG-controlled municipality of the holy city claimed in the notifications that the 13 houses were built without permits.

The sources pointed out that the campaign did not stop and that each day more homes are informed of similar destruction notices.

Issam Juwaihan, member of the Jerusalemite committee of the international Quds institution, told Quds Press news agency that the campaign covered all suburbs in the occupied city with special concentration on Aisawiye, Sha'fat and Beit Safafa.

He said that the IOA was totally indifferent about local and international calls to stop its racial cleansing policy in the city against the Palestinian inhabitants.

Threats to the citizens' and their property and holy shrines are very serious, which necessitate a real Arab, Islamic, and international intervention to curb such growing practices, Juwaihan concluded.

Meanwhile, in Salfit, citizens reported that armed Jewish settlers, escorted by army troops, were every now and then touring a tourist attraction west of Salfit apparently in preparation for expropriating it.

They noted that IOA bulldozers had leveled the land near the site and built factories, expecting that more such bulldozing would take place.

Hamas: World community involved in judaization of Jerusalem

[ 06/08/2009 - 11:52 AM ]

RAMALLAH, (PIC)--

Hamas on Thursday issued a statement in the West Bank charging the world community with collusion in the Israeli occupation authority's (IOA) judaization of occupied Jerusalem.

The statement said that the IOA confiscation of land, seizure of houses, expulsion of inhabitants, digging tunnels under the Aqsa Mosque and the Old City of Jerusalem with the absolute silence on the part of the world indicate that those practices were made with the consent of the world community.

Hamas asked the Arab and Islamic countries, peoples, institutions and strugglers to act on all levels to protect the Aqsa Mosque and occupied Jerusalem in the face of IOA rabid judaization campaigns.

Popular committee for J’lem discusses ways of confronting Zionist threats

 06/08/2009 - 09:39 AM ]

OCCUPIED JERUSALEM, (PIC)--

The popular committee for the support of Jerusalem said on Thursday that many important points were reached during the continued emergency meetings it held recently to discuss ways of confronting the Zionist schemes and threats in occupied Jerusalem.

In a press release, the committee stated that the Israeli ferocious Judaization attack on Jerusalem is the dream of every Jew as it was declared by Zionist official Nir Barakat after his victory in the municipal elections in the holy city.

The committee deplored Israel for alleging that its presence in Jerusalem is a religious duty in blatant contravention of all international resolutions and historical texts that confirmed the absence of Jewish presence in the holy city.

“Whatever they claim and no matter how much excavations and diggings they carry out, even if they turn the earth upside down, they will never find for themselves history in here,” the committee underlined.

The committee condemned the Arab and international silence towards the serious Israeli violations committed against the holy city and its people and urged them to urgently intervene to save the city and holy places from the Judaization policy.


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« Responder #24 em: Dezembro 18, 2009, 12:13:30 »




27 DE DEZEMBRO:
VIGÍLIA EM FRENTE À EMBAIXADA NAZI-SIONISTA



Aproxima-se a data que assinala o 1º aniversário do início da criminosa incursão militar israelense contra a população palestiniana da Faixa de Gaza. Assim, o Conselho Português para a Paz e Cooperação e outras organizações decidiram marcar uma Vigília frente à embaixada de Israel em Lisboa.

Será no dia 27 de Dezembro, entre as 15h e as 19 horas.

O objectivo é evocar o massacre de Gaza, apelar ao apuramento da responsabilidade pelos crimes de guerra e crimes contra a Humanidade e exigir o levantamento do cerco ilegal a Gaza.

Compareça.
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« Responder #25 em: Dezembro 25, 2009, 01:27:55 »



NATAL AMURALHADO EM BELÉM



Os peregrinos e turistas que vão a Belém para as festas de Natal são acolhidos por um muro de betão em torno da cidade natal de Jesus Cristo.

Com essa obra, o estado do apartheid sionista transformou Belém num gueto.

Talvez por sarcasmo o exército israelense pendurou um imenso painel a dizer "Que a paz esteja convosco!" na portagem de aço entre Jerusalém a Belém.
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« Responder #26 em: Dezembro 28, 2009, 02:19:06 »



POR UMA PALESTINA LIVRE !
Posted on Sábado, 26 Dezembro 2009 by Socialismo Hoje





Por ocasião do 1º aniversário da invasão de Gaza pelas tropas israelitas, o Blog Socialismo Hoje sobrescreveu a seguinte declaração

No ano passado, no dia 27 de Dezembro, foi o início de um massacre sem nome. Bombas do exército israelita choveram sobre a população de Gaza durante três semanas, dia e noite, sem possibilidade de abrigo nem de fuga. Bombas proibidas pela Convenção de Genebra, com urânio empobrecido ou com fósforo branco.

Esse ataque foi um episódio na longa séria de punições colectivas infligidas ao povo palestino, para o castigar por ter escolhido livremente o seu governo (Hamas) e para aceitar as exigências da potência ocupante. Há três anos que a Faixa de Gaza está submetida a um bloqueio total por parte de Israel.

A ‘comunidade internacional’, liderada pelo prémio Nobel da guerra, Obama, dá a Israel, que não passa do seu braço armado no Médio Oriente, todo o apoio financeiro, logístico e diplomático necessário para cumprir esta tarefa suja: dobrar o povo palestino que resiste e é um exemplo de resistência para todos os povos do mundo.
Sabemos muito bem o que valem os nossos governos e os palestinos só podem contar com a solidariedade das populações. Várias vezes, no mês de Janeiro de 2009, milhões de pessoas, no mundo inteiro, foram para a rua para manifestar a sua solidariedade e exigir o fim dos bombardeamentos. Ao longo do ano todo, várias tentativas foram feitas para acabar com o cerco israelita: barcos tentando furar o bloqueio, campo internacional na fronteira com o Egipto (Rafah), caravanas humanitárias, etc. Esta também a crescer a campanha internacional para boicotar Israel em todos os domínios, económico, obviamente, mas também politico, académico, artístico e desportivo.
No quadro dessa mobilização, nestes últimos dias de 2009, um ano depois do início do massacre, a sociedade civil organiza uma convergência de acções em Gaza. E no resto do mundo.

EXIJAMOS O FIM DO CERCO DE GAZA!


RESPEITO PELOS DIREITOS HUMANOS  E PELA LEI INTERNACIONAL!


PALESTINA LIVRE!


Blog Socialismo Hoje

Cidadãos Solidários com o Povo Palestino

Colectivo Mumia Abu Jamal

Colectivo Revista Rubra

Política Operária


Arquivado em: Palestina, Solidariedade
« última modificação: Dezembro 28, 2009, 02:21:55 por Ambrósio » Registado
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« Responder #27 em: Janeiro 12, 2010, 08:43:27 »




125.000 palestinianos residentes em Jerusalém “podem perder o direito de residência”



12 de Janeiro de 2010
Middle East Monitor
Fonte: Uruknet


O Centro para os direitos sociais e econômicos de Jerusalém (JCSER) denunciou que a 125.000 palestinianos residentes em Jerusalém poderia eventualmente ter sido retirado o direito viver na sua cidade por causa do muro de separação e das políticas judaisantes adoptadas pelos sucessivos governos israelitas.

JCSER advertiu que Jerusalem está a ser sujeito ao processo mais perigoso de judaismo, que é demográfico na natureza e projecta controlar, tanto quanto possível, as terras que permanecem como propriedade dos cidadãos palestinianos. Na sua informação, o JCSER diz que \" há 75.000 palestinianos de Jerusalém que vivem nos subúrbios de al-Barid, de Kafr Aqab e de Semiramis que igualmente estão sujeitos à expulsão e à limpeza étnica silenciosa realizada pelas forças de ocupação israelitas.\" Esta política de transferência afectou cerca de 30.000 palestinianos de Jerusalém desde os últimos anos da década de noventa.

JCSER diz também que o ministério interior israelita esconde tal informação e recusa fornecer detalhes exactos do número de palestinianos a quem foram negados os seus direitos de residência nos últimos três anos. O jornal de Haaretz de último sábado citou dados da municipalidade de Jerusalém que confirmam a deportação de aproximadamente 50.000 palestinianos da cidade como consequência directa da construção do muro de separação que está a ser erguido em torno de Jerusalém.

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« Responder #28 em: Janeiro 15, 2010, 10:18:55 »



CGTP-IN PARTICIPA EM INICIATIVAS “LEMBRAR GAZA”




A CGTP-IN e um conjunto de organizações políticas, sociais e da sociedade civil, bem como diversas personalidades organizam nos próximos dias 17 e 18 duas iniciativas que pretendem assinalar a invasão de Gaza pelo exército israelita, há um ano, e exigir o fim do cerco ilegal a Gaza por parte das autoridades de Israel.



Programa das iniciativas

Data: domingo, dia 17 de Janeiro 2010

Local: Voz do Operário

Horário: 15 horas

- DOCUMENTÁRIO - “To Shoot an Elephant”
de Alberto Arce e Mohammad Rujailah

O dia 18 de Janeiro de 2010 representa o primeiro aniversário do fim do bombardeamento da Faixa de Gaza por Israel. Um ataque que começou a 27 de Dezembro de 2008 e durou até 18 de Janeiro de 2009, e no qual 1,412 Palestinos perderam as suas vidas. O documentário "To shoot an elephant" é um relato testemunhal a partir da Faixa de Gaza do que ocorreu durante esses dias. Esta narração directa e privilegiada torna-se num instrumento com o qual podemos confrontar a propaganda Israelita e o silêncio da comunidade internacional sobre o que realmente aconteceu. Pelo seu valor como testemunho da população civil, "To shoot an elephant" tornou-se um relato legítimo que conta o que realmente ali aconteceu. É um retrato insubstituível do que os meios de comunicação social tentam esconder, uma excepcional banda sonora a ser ouvida por aqueles que vivem sob o controle Sionista... fragmentos de realidade a mostrar como a vida é numa guerra onde não há possibilidade de escapar.
   
- Conversa/debate com José Manuel Rosendo jornalista da Antena 1

 

Data: segunda-feira, dia 18 de Janeiro de 2010

Local: Largo de S. Domingos, em Lisboa

Horário: 18 horas
- CONCENTRAÇÃO
Para evocar o massacre de Gaza!
Para exigir o fim do cerco ilegal a Gaza!

Organizações e personalidades subscritoras da Iniciativa Lembrar Gaza

SPGL

CGTP

USL

STML

CPPC

MPPM

Associação Abril

CIDAC

PCP

BE

Colectivo Múmia Abu Jamal

Comité de Solidariedade com a Palestina

Fórum pela Paz e Direitos Humanos

Associação de Estudantes da FCSH

ATTAC

Tribunal do Iraque

MDM

Alan Stoleroff

Alípio de Freitas

Ana Benavente

António Avelãs

Boaventura Sousa Santos

Carlos Carvalho

Fernando Ambrioso

Graciete Cruz

Guadalupe Magalhães

Hélder Costa

Helena Roseta

José Mário Branco

José Manuel Pureza

Libério Domingues

Manuel Carvalho da Silva

Manuel Duran Clemente

Maria do Céu Guerra

Miguel Graça

Paulo Sucena

Paula Cabeçadas

Rosa Perez

 
 
 
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« Responder #29 em: Março 10, 2010, 02:54:48 »



O alcance assassino da Mossad: As maiores questões políticas
James Petras*
08.Mar.10 :: Colaboradores



A invasão do Afeganistão e do Iraque tiveram como justificação (falsa, como a vida já demonstrou) o combate ao terrorismo. Há dias, o líder palestino Mahmoud al Mabhouh foi assassinado por um comando terrorista israelense numa evidência de terrorismo de Estado e de um Estado terrorista, useiro e vezeiro neste tipo de crimes. A imprensa israelense rejubilou com o crime, a imprensa do mundo alcunhado de livre não condenou, os EUA guardam silêncio, a servil União Europeia e o presidente da Comissão, Durão Barroso, assobiam para o lado…


No dia 19 de Janeiro, a polícia secreta internacional de Israel. Mossad, enviou um esquadrão da morte de dezoito membros a Dubai com passaportes europeus, supostamente «roubados» a cidadãos de Israel com dupla nacionalidade e alterados com retratos falsos e assinaturas falsas, a fim de assassinar o líder palestiniano Mahmoud al Mabhouh.

As provas são esmagadoras. A apresentação pela polícia de Dubai de vídeos pormenorizados de segurança dos assassinos foi corroborada pelo testemunho de peritos em segurança israelitas e aplaudida pelos principais órgãos de informação de Israel e por colunistas. A Mossad, declarou abertamente que Mabhouh era um alvo prioritário que tinha sobrevivido a três tentativas prévias de assassínio. Israel nem mesmo se incomodou a negar o crime. Para além disso, o sofisticado sistema de comunicação utilizado pelos assassinos, a logística e o planeamento à volta das suas entradas e saídas de Dubai e a dimensão e escala da operação, possuíam todas as características duma operação nacional de alto nível. Ademais, só a Mossad teria acesso aos passaportes europeus dos seus cidadãos de dupla nacionalidade. Só a Mossad teria a capacidade, motivação, intenção declarada e vontade expressa para provocar uma questão diplomática com os seus aliados europeus, sabendo muito bem que a irritação dos governos ocidentais europeus se apagaria devido às suas ligações profundas com Israel. Depois de uma investigação meticulosa e a interrogação de dois colaboradores palestinianos da Mossad capturados, o chefe da polícia do Dubai declarou que tinha a certeza que a Mossad estava por detrás do crime.

AS MAIORES QUESTÕES POLÍTICAS

A política de Israel de assassínios fora do seu território levanta questões profundas que ameaçam a essência de um estado moderno: soberania, regra legal e segurança nacional e pessoal.

Israel tem um política publicamente declarada de violar a soberania de qualquer ou de todos os países, para matar ou raptar os seus oponentes. Em ambas, proclamação e prática real, a lei de Israel decreta e as actuações no estrangeiro ultrapassam as leis e as agências de cumprimento das leis de qualquer outro país. Se a ordem política de Israel se converte em prática normal em todo o mundo, entraríamos numa selva hobbesiana*, onde os indivíduos ficariam sujeitos às intenções criminosas de esquadrões estrangeiros de assassinos, impunes a qualquer lei ou à prestação de contas a qualquer autoridade nacional. Todos os países poderiam impor as suas próprias leis e atravessar fronteiras nacionais para matar, com toda a impunidade, cidadãos ou residentes desses países. Os assassínios extra-territoriais de Israel fazem troça da noção de soberania nacional. A eliminação extra-territorial de oponentes pela polícia secreta era uma prática comum da Gestapo nazi, da GPU estalinista e da DINA de Pinochet e tornou-se agora prática sancionada das “Forças Especiais” dos EUA e da divisão clandestina da CIA. Tais políticas são a marca de estados totalitários, ditatoriais e imperialistas que, sistematicamente, pisam os direitos de soberania dos povos.

A prática de Israel pelos crimes extra-julgamentos, extra-territoriais, exemplificada pelo recente assassínio de Mahmoud al Mabhouh num quarto de hotel de Mubai, viola todos os preceitos fundamentais da lei. Matanças extra-judiciais ordenadas por um estado, significam que a sua própria polícia secreta é juiz, júri, acusador e executor, irreprimível pela soberania, lei e do dever das nações de proteger os seus cidadãos e visitantes. Provas, procedimentos legais, defesa e interrogatórios são retirados do processo. Assassínios extra-judiciais protegidos pelo estado destroem completamente o processo devido. A liquidação de oponentes no estrangeiro é o próximo passo lógico depois dos espectáculos dos julgamentos nacionais, baseados na aplicação das suas leis racistas e decretos de detenção administrativos, que desalojaram o povo palestiniano e violaram as leis internacionais.

Os esquadrões da morte da Mossad operam directamente às ordens do Primeiro Ministro (que aprovou pessoalmente o assassínio recente). A grande maioria dos israelitas apoia orgulhosamente estes assassínios, especialmente quando os assassinos escapam detenção e captura. A operação livre dos esquadrões da morte estrangeiros apoiados pelo estado, praticando assassínios extra-judiciais com impunidade, é uma grave ameaça para qualquer crítico, escritor, líder político e activista cívico que se atreva criticar Israel.

OS ASSASSÍNIOS DA MOSSAD – FOGO SIONISTA

O precedente de Israel matar os seus adversários no estrangeiro, estabelece as fronteiras exteriores da repressão pelos seus apoiantes no estrangeiro nas organizações sionistas, a maioria das quais têm no presente como no passado apoiado a violação da soberania nacional por Israel através de mortes extra-judiciais. Se Israel elimina fisicamente os seus oponentes e críticos, as 51 mais importantes organizações americanas-judaicas reprimem os críticos de Israel nos EUA. Pressionam activamente patrões, presidentes de universidades e dirigentes públicos para despedir empregados, professores e funcionários públicos que se atrevem a falar ou a escrever contra a tortura em Israel, assassínios e a despovoação sistemática de palestinianos.

Até agora, os comentários mais críticos, em Israel e noutras partes do mundo, do assassínio recente da Mossad no Dubai assinala a “incompetência” dos agentes, que inclui terem permitido que os seus rostos fossem apanhados por numerosas câmaras de segurança quando, desastradamente, retiraram as suas perucas e fatos sob os olhares da câmaras. Outros críticos queixam-se de que fazer mal a Israel é “manchar a imagem de Israel” como estado democrático e fornecer munições aos anti-semitas. Nenhum destes criticismos superficiais têm sido repetidos pelo Congresso dos EUA, pela Casa Branca ou pelos Presidentes das principais organizações amercanas-judaicas, onde a regra mafiosa do Omerga, ou silêncio, reina, e a cumplicidade criminosa é a lei

CONCLUSÃO

Enquanto os críticos lastimam o desastrado trabalho da Mossad, tornando mais difícil às potências ocidentais conceder cobertura diplomática para as suas operações no estrangeiro, a questão fundamental não é tratada. A aquisição pela Mossad, e a alteração de passaportes oficiais britânicos, franceses, alemães e irlandeses de cidadãos israelitas com dupla nacionalidade, sublinha a natureza cínica e sinistra da exploração por Israel dos seus cidadãos com dupla nacionalidade na procura dos seus próprios objectivos sangrentos de política estrangeira. A utilização pela Mossad de passaportes genuínos emitidos por quatro nações europeias soberanas em nome dos seus cidadãos, para matar um palestiniano num quarto de hotel em Dubai, levanta a questão de quais cidadãos israelitas, com dupla nacionalidade, realmente obrigam à sua fidelidade, e até que ponto estão dispostos a ir em defesa ou na promoção dos assassínios de Israel no estrangeiro.

Graças à utilização de passaportes britânicos por Israel para entrar em Dubai e assassinar um adversário, qualquer homem de negócios britânico ou turista que viage pelo Médio Oriente será suspeito de ter ligações aos esquadrões da morte israelitas. Com eleições este ano, e os Partidos Trabalhista e Conservador a contarem fortemente nos sionistas milionários para a campanha de fundos, ficamos para ver se o Primeiro Ministro Gordon Brown fará mais do que lamuriar-se e rebaixar-se..

NOTA DO TRADUTOR:
“hobbesiana” de Thomas Hobbes (1588-1679) filósofo inglês, autor de Leviatã, onde defendia uma sociedade humana dirigida por um poder absoluto e centralizado)

* James Petras, Professor da Universidade de Nova Iorque, é amigo e colaborador de odiario.info.

Tradução de João Manuel Pinheiro
« última modificação: Março 10, 2010, 03:00:01 por Ambrósio » Registado
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