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Perderam todos a vergonha!!!

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158862 Mensagens em 13083 Tópicos- por 41471 Membros - Membro Mais Recente: Aldirene

Setembro 10, 2010, 02:42:24
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Autor Tópico: Perderam todos a vergonha!!!  (Lida 13460 vezes)
Ambrósio
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Endurecer a luta, correr com a ministra!

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« Responder #75 em: Fevereiro 18, 2010, 12:31:10 »



A ‘central’ do Governo


A história da tal ‘central’ de propaganda do Governo pode parecer uma brincadeira, mas não é: nos últimos anos o Governo de José Sócrates usou meios públicos para fazer propaganda e campanha eleitoral.

Quais? Assessores, chefes de gabinete, membros do Governo usaram o seu tempo, pago pelo erário público, instalações do Estado, meios informáticos públicos e informação privilegiada para fins de combate político.

Como o CM demonstra nesta edição, o Governo alimentou blogues de campanha eleitoral daquela forma, mas também outros que antes e depois do tempo de eleições continuaram a ser a barriga de aluguer de argumentários e documentos pré-fabricados. Há preparação para responder a questões difíceis, por exemplo com perguntas e respostas sobre o caso BPN, ou manipulação de números sobre o investimento público, como o TGV.

É tudo à vontade do freguês… Para quem ainda há menos de 15 dias enalteceu os valores da ética republicana este é um caso politicamente desastroso e de uma legalidade muito duvidosa.

A utilização de meios do Estado, pagos pelos contribuintes, não consta de nenhum manual de história como um dos ‘valores’ do dito ideal republicano. O pagamento aos serventuários com as habituais benesses de nomeação para cargos também não. Mas com tal Governo tudo é possível…


Eduardo Dâmaso
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« Responder #75 em: Fevereiro 18, 2010, 12:31:10 »

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« Responder #76 em: Fevereiro 18, 2010, 12:38:26 »



Fevereiro 17, 2010
Recortes Do Correio Da Manhã De Hoje
Posted by Paulo Guinote under Blogosfera, Política, Transparência, Truques
[56] Comments


O Governo está no seu direito de criar uma rede de apoio na net e na blogosfera. Ou uma facção dentro do Governo ou dentro do PS. Legítimo. Já o acesso a bases de dados oficiais para fins de combate político-partidário me parede mais nebuloso. Isso e depois aparecerem uns figurões a zurzir na blogosfera por motivos que, se espelhos em casa tivessem, mais valia ficarem calados.







Para mim a parte mais deliciosa é esta, deste secretário que não gosta de blogues, mas… tipo vegetariano que come um bom bife, desde outros o cozinhem, o cortem e lho sirvam à boca.



 
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« Responder #77 em: Fevereiro 19, 2010, 02:09:28 »



Voltamos às fotocópias

A última crónica de Mário Crespo entregue, ontem, aos deputados da Comissão de Ética, sob a forma de fotocópia.




'Não te posso publicar esta crónica'. 'Tu és Director, saberás o que fazer'. 'Eu sei que sou director. Não preciso que digas que sou Director. Eu sei que sou Director!'. 'Posso dizer-te que se fosse eu Director, publicava'. 'Eu tenho que confirmar isto e a esta hora não consigo ligar ao Primeiro-ministro'. 'Tu és Director saberás o que fazer, não publicas e eu nunca mais escrevo para ti'. 'Eu tenho que investigar isto'. 'Faz o que quiseres, investiga o que quiseres. Não publicas e eu nunca mais escrevo para ti'. 'Sobre isso falamos depois'. 'Não, Zé Leite Pereira, nós não falamos mais'.

Há qualquer coisa fisicamente dolorosa quando se recebe a notícia de que o nosso trabalho foi censurado. O estômago aperta-se. Sentimos que estamos com os olhos demasiado esbugalhados e não conseguimos fixar a vista em nada. Durante muito tempo. O olhar vagueia por tudo, evitando tudo. Tenta-se respirar fundo, mas a respiração sai curta e durante uns minutos é insuficiente. E ficamos ainda mais inquietos. Depois hiperventila-se e fica-se agitado. Um corpo estranho começa a apertar-nos uma zona indefinida do tórax logo abaixo do pescoço. E fica aí a lembrar-nos que há solidões novas que ainda não tínhamos experimentado. Depois cai uma imensa melancolia. Terá sido provavelmente isto que Luís de Sttau Monteiro sentiu em 1960 quando o SNI mandou a sua editora retirar 30 páginas do seu Um Homem Não Chora. As trinta páginas em que ele articula raivas surdas contra o sufoco do Estado Novo, enquanto a sua personagem desce a Avenida da Liberdade mastigando obsessivamente grãos de café.

Terá sido isso que, também, António de Almeida Santos sentiu a 30 de Maio de 1959 quando o Secretariado Nacional de Informação decretou que o seu livro de contos A Rã no Pântano era matéria proibida. Nos poucos dias que esteve nas livrarias o autor deu uma cópia ao meu pai, que é hoje parte do nosso património familiar, com a dedicatória onde se lê numa magnífica caligrafia inclinada de uma caneta de tinta permanente (as Futura de feltro ainda não tinham sido inventadas) 'Ao Eduardo Crespo, com as homenagens e a estima do Almeida Santos'. Mais de meio século depois A Rã no Pântano foi reeditada com um registo na capa onde se lê 'A primeira edição deste livro foi apreendida pela PIDE'. Lá dentro está uma dedicatória na mesma bela escrita inclinada (já com uma Futura de feltro preta) onde se lê: 'Ao Mário Crespo, com admiração e amizade, esta segunda edição de um livro que ofereci a seu pai antes da PIDE o ter apreendido. Almeida Santos'. Quando recebi a reedição da Rã no Pântano lembro-me de ter comentado com o Dr. Almeida Santos que hoje parece impossível o que aconteceu, e o imenso trabalho que tinha sido rectificar todo um sistema orientado para o controlo do pensamento, fosse através de um livro de contos, fosse espartilhando noticiário banal em modelos oficialmente tolerados.
 
Na parte de trás desta crónica, que vou distribuir de mão em mão em fotocópias, porque em Janeiro de 2010, por razões de conteúdo politicamente incorrecto, censuraram a minha coluna de opinião no Jornal de Notícias, está o que se chamava nas redacções um 'linguado' de prova. Era de A Capital, um diário de que fui o primeiro Director depois do 25 de Abril quando, com a privatização, A Capital se libertou de tutelas estatais e políticas. Trouxe de lá este texto dos anos 70 com o corte da censura. Fascina-me ver o género de notícias que a Censura não tolerava. Interpretações da realidade, perguntas e sobretudo factos insofismáveis. Havia só uma verdade consentida. A oficial. Tudo o mais era desviante, e o desvio tinha que ser rectificado.

Já depois da minha crónica O Fim da Linha ter sido censurada por José Leite Pereira, o sociólogo Paquete de Oliveira, provedor do telespectador na estação de televisão do Estado, sentiu-se no dever de escrever uma crónica no espaço de opinião que eu ocupei durante mais de dois anos, onde, para substanciar a imensa liberdade de expressão que ele diz sentir no Jornal de Notícias, afirma que: 'Nunca me mudaram uma vírgula que fosse sem me consultarem'. É essa a diferença entre mim e Paquete de Oliveira a quem, em consulta, podem mudar as vírgulas. Eu, quando escrevo opinião, faço-o de forma definitiva. Tenho imenso cuidado com as vírgulas. Se calhar a conversa com José Leite Pereira que reproduzi no início teria tido outro desfecho se eu, tal como Paquete de Oliveira faz, tivesse autorizado que me alterassem ocasionalmente umas vírgulas. Mas, por outro lado, isso nem sequer foi contemplado. À meia-noite, quando Leite Pereira me contactou, já o Jornal de Notícias estava a ser impresso. A minha crónica já tinha chegado ao fim.

Mário Crespo

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« Responder #78 em: Fevereiro 19, 2010, 02:12:19 »



Fevereiro 18, 2010
Até quando é que o país vai continuar hipotecado e refém de Sócrates, boys e peseteros?



Capa do Sol, 19/02/2010


Se os envolvidos nestas escutas esbracejam, negam e atacam os "criminosos"
jornalistas, mas não questionam a veracidade dos conteúdos das conversas que se vão conhecendo, Sócrates quer que os portugueses acreditem que não sabia de nada e que esta rapaziada é tão porreira que andava entretida a ser-lhe agradável: calar-lhe os jornalistas críticos e proprocionar-lhe apoios de peso em vésperas de eleições?
Não estará a subestimar em demasia a inteligência dos portugueses?

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« Responder #79 em: Fevereiro 23, 2010, 01:54:38 »



Nem Os Teus Despachos Consegues Manter Em Segredo De Justiça. Ou Deu Jeito A Fuga?
 



PGR TERÁ MENTIDO

O PGR travou o acesso aos documentos porque estes, alegava Pinto Monteiro, continham escutas entre Armando Vara e José Sócrates. Mas aquilo que o “Diário de Notícias” e o “Correio da Manhã” noticiam hoje é que, afinal, em lado algum aparecem as conversas entre Sócrates e Vara nesses documentos

Lá teremos de te ouvir, mais uma vez, a explicar as complexidades e meandros da Justiça e a má interpretação que todos estão a fazer das tuas explicações e declarações.
Há um pedaço, estava no café e, quando te vi na TV saltaram logo dois clientes com a expressão: "estás é a proteger om socrates"

Mais te valia estar calado.


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« Responder #80 em: Fevereiro 25, 2010, 12:44:00 »



Fevereiro 24, 2010
Ignomínia - cenas de antigos capítulos



Ler mais aqui...
http://aeiou.expresso.pt/fui-pressionado-pelo-primeiro-ministro-diz-director-do-expresso=f567250


Na audição de Henrique Monteiro, director do Expresso, há dois registos de gravidade reportados à existência de uma pressão e à ocorrência de uma retaliação.

Mas, o aspecto de maior gravidade, que só em Portugal não desencadeia ondas de indignação e decisões em conformidade (contingência de termos um PR enfraquecido e já míope na detecção da qualidade das moedas), decorre do nexo de causalidade entre a publicação da notícia sobre as incidências da licenciatura de Sócrates e a retaliação do governo sobre o Expresso, na forma da dificultação no acesso à informação governamental. Trata-se de mais um dado relevante a acrescentar a outras denúncias de retaliação, sob a forma de diminuição acentuada na oferta de publicidade institucional.

Estas retaliações são absolutamente inaceitáveis, porque confundem o Estado com Sócrates.

Já o escrevi, mas é sempre útil sublinhar uma evidência que parece estar a passar ao lado de muita gente e, sobretudo, do PS: a raíz de todos os problemas não reside em qualquer campanha e muito menos em qualquer afronta ao governo ou ao PS, mas nas tentativas de Sócrates para limitar ou impedir notícias sobre condutas pessoais pouco transparentes, sendo lamentável que pessoas e instituições respeitáveis arruínem a sua autoridade e se deixem arrastar para o pântano do descrédito, apenas para protegerem o passado e as tentações/obsessões de uma só pessoa.  O PS e o país não deviam ter que pagar os custos de incidências da vida pessoal de um personagem como Sócrates.

Os passados não se apagam, assumem-se, justificam-se ou desculpam-se.

Entretanto, os socialistas lapados a Sócrates vão desesperando à espera que aconteça um golpe de asa que propicie ao primeiro-ministro o ponto de viragem que lhe permita sobreviver politicamente e continuar a hipotecar o futuro do país. Deste ponto de vista, a recente entrevista dada à SIC foi mais uma tentativa completamente frustrada de precipitar essa viragem. Se, na 1ª parte, Sócrates foi evasivo, na 2ª, mostrou o quanto vive alienado dos problemas e da situação do país.


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« Responder #81 em: Fevereiro 28, 2010, 08:24:37 »



Um super-ministro




Ler mais aqui...
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1507019

Em primeiro lugar, uma perplexidade sob a forma de questão de algibeira: ainda existe alguma situação, no sórdido underground político-económico deste país, a que Vara e Sócrates não apareçam associados?

Vara surge como a eminência parda do governo de Sócrates (mas que o povo não elegeu para coisa nenhuma), parecendo funcionar, quer como um braço económico viabilizador/inviabilizador dos negócios que melhor assegurem a tranquilidade de que o socratismo necessita para medrar na sociedade e na política portuguesa, quer como o "lobby" perfeito . Na realidade, uma espécie de super-ministro que assegura no terreno a inactivação da oposição ao socratismo.

E nem vale a pena recordarmos a eficácia da árvore das patacas socialista que proporciona carreiras meteóricas a indivíduos que partem das suas terrinhas e dos seus deprimentes empregos com uma mão à frente e outra atrás, para depois regressarem, poucos anos mais tarde, ungidos de um poder e de uma fortuna incomuns.
O Parlamento deste país (já que relativamente à Presidência da República e ao sistema judicial estamos entendidos) ver-se-á amputado de qualquer autoridade e credibilidade se não levar até ao fim uma investigação rigorosa sobre o papel de Vara e do BCP nos subterrâneos do socratismo.

Isto, claro, descontando os veredictos ilibatórios e por antecipação de Almeida Santos.

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« Responder #82 em: Março 04, 2010, 12:29:30 »



Comunicado de Imprensa n.º 011/10
CGTP-IN SOLIDÁRIA COM TRABALHADOR E DIRIGENTE SINDICAL COM PROCESSO DE DESPEDIMENTO

 

O Dirigente Sindical e Coordenador da Comissão de Trabalhadores da Lisnave, Filipe Rua, foi alvo de um processo de despedimento por parte da administração da empresa por ter acompanhado um dirigente da CGTP-IN a um plenário de trabalhadores precários que se realizou nas instalações da Lisnave.

Filipe Rua é um trabalhador com 38 anos de serviço, sem qualquer antecedente disciplinar, revelando-se esta atitude da administração como persecutória, ilegítima e contrária ao exercício das funções sindicais consagradas legalmente.

O processo tem, amanhã, a partir das 9:30 horas, no Tribunal de Setúbal, uma sessão onde o Secretário-geral da CGTP-IN, Manuel Carvalho da Silva, participa como testemunha de defesa de Filipe Rua.

 

DIF/CGTP-IN
Lisboa, 02.03.2010
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« Responder #83 em: Março 08, 2010, 05:59:15 »



PEIXINHO
 
Em Portugal não há corrupção nem tráfico de influências. Apenas robalinhos frescos e sardinha da boa para os amigos.

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« Responder #84 em: Março 10, 2010, 09:39:26 »

quarta-feira, 10 de Março de 2010


DELICIEM-SE COM O ORÇAMENTO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA


Orçamento da ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA para 2010
http://www.fileden.com/files/2008/5/24/1927457//resol%20AR.pdf

Atentem bem no valor que o bolso dos Portugueses (ou seja, todos nós!) terá de suportar para garantir a existência e funcionamento da Assembleia da República

Seguem-se algumas das rubricas Existentes no Orçamento que acaba de ser publicado em Diário da República.

Caso queiram consultar essa peça maravilhosa e de sonho, vejam ficheiro em anexo.
http://www.fileden.com/files/2008/5/24/1927457//resol%20AR.pdf

Então deliciem-se:

1 - Vencimento de Deputados - 12 milhões e 349 mil Euros

2- Ajudas de Custo de Deputados - 2 milhões e 724 mil Euros

3 - Transportes de Deputados - 3 milhões 869 mil Euros

4 - Deslocações e Estadas - 2 milhões e 363 mil Euros

5 - Assistência Técnica - 2 milhões e 948 mil Euros

6 - Outros Trabalhos Especializados - 3 milhões e 593 mil Euros (resta saber quais!)

7 - Serviço Restarautante, Refeitório, Cafetaria - 961 mil Euros

8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares - 970 mil Euros

9 - Equipamento de Informática - 2 milhões e 110 mil Euros

10 - Outros Investimentos - 2 milhões e 420 mil Euros (quais?)

11 - Edificios - 2 milhões e 686 mil Euros

12 - Transfer's diversos - 13 milhões e 506 mil Euros (o que é e quais?)

13 - Subvenção aos partidos representados na Assembleia da República -16 milhões e 977 mil Euros

14 - Subvenções estatais para campanhas eleitorais - 73 milhões e 798 mil Euros

Isto são, então, algumas das rubricas do orçamento da ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA !


Em resumo, e no total, a despesa orçamentada para "aquela casinha", relativamente ao ano de 2010, é :

191 405 356, 61 Cêntimos (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos)

Nos termos do disposto no Artigo 148º. da Constituição da República Portuguesa :

"(...) A Assembleia da República tem o mínimo de cento e oitenta deputados e o máximo de duzentos e trinta deputados, nos termos da Lei Eleitoral (...) ".

É desnecessário dizer se, efectivamente, a dita Assembleia funciona com 180 ou 230 deputados...

Façam umas "contitas" e tirem conclusões quanto ao valor que suportamos, por cada deputado.

Quanto às restantes outras conclusões nem se fazem alvitres !

Ficam as mesmas ao vosso inteiro critério!

Conferir tudo isto na Resolução da Assembleia da República n.º 11/2010, de 10 de Fevereiro.
http://www.fileden.com/files/2008/5/24/1927457//resol%20AR.pdf


Publicada por ILÍDIO TRINDADE em 12:49:00 1 comentários 
Etiquetas: Assembleia da República, Bizarro
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« Responder #85 em: Março 17, 2010, 09:21:52 »



Quarta-feira, Março 17, 2010
Insustentável Irresponsabilidade
 

Referindo-se aos últimos casos - o rapaz desaparecido no rio Tua , em Mirandela, e do professor que se suicidou em Fitares (Rio de Mouro, Sintra) -, Álvaro Almeida dos Santos considerou que se gerou um "alarmismo desnecessário, incapacitante do pensamento e prejudicial a todos".

 

"Não desvalorizando estes casos, que, obviamente, são dramáticos e preocupantes, o aproveitamento que se tem feito disso para o desmerecimento do trabalho das escolas é chocante", sustentou o responsável.


Perante a morte de uma criança e de um professor, num caso e noutro, por razões cujas raízes se encontram, alegadamente, no interior das escolas, vêm os directores das escolas falar de "alarmismo desnecesssário, incapacitante do pensamento e prejudicial a todos" e de "aproveitamento chocante".
Pois, acho que lhes fica bem e é condizente com o seu estatuto e responsabilidades.

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« Responder #86 em: Março 20, 2010, 03:25:38 »



19 Março 2010 - 20h06

Salários baixaram 23,8 por cento face ao ano anterior
Gestores do BES recebem 9,6 milhões em 2009



Os 11 administradores executivos do Banco Espírito Santo (BES) receberam 9,64 milhões de euros em remunerações no ano passado, o que representa um corte de 23,8 por cento face a 2008. Só Ricardo Salgado, presidente da instituição, auferiu mais de um milhão de euros.


Os números do Relatório de Gestão foram esta sexta-feira enviados à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Do valor total das remunerações, 5,773 milhões de euros correspondem a prémios, que representam 2,5 por cento dos resultados líquidos do BES. O restante, 3,868 milhões de euros é relativo à remuneração fixa dos gestores.

As remunerações fixas e variáveis da comissão executiva do banco diminuíram 23,8 por cento relativamente a 2008, ano em que os 11 administradores auferiram um total de 12,6 milhões de euros. Esta redução está em linha com a política assumida há um ano pelo banco: não aumentar a remuneração fixa e reduzir em 10 por cento a remuneração variável relativamente ao valor atribuído em 2008.

No comunicado enviado à CMVM, o BES adianta que decidiu mudar as regras dos salários dos administradores para este ano. 'A parte variável para 2010 tem o limite de 1,4 por cento dos resultados consolidados do grupo BES, sendo em qualquer caso o limite legal (...) fixado a partir deste ano em 2 por cento do resultado líquido consolidado do grupo', pode ler-se na nota.

Assim, a parte fixa do vencimento dos administradores representará aproximadamente 45 por cento do total da remuneração, correspondendo os 55 por cento restantes à parte variável.

'O montante exacto da parte variável oscilará, em cada ano, em função do grau de cumprimento dos principais objectivos anuais, constantes do Orçamento anual, tal como aprovado pelo Conselho de Administração', acrescenta o comunicado.

REMUNERAÇÃO TOTAL DE CADA ADMINISTRADOR DO BES EM 2009

 Gestor  Remuneração (Euros)
 Ricardo Salgado  1,95 milhões 
 José Espírito Santo  867 mil
 António Souto  860 mil
 Jorge Martins  858 mil
 José Maria Ricciardi  860 mil
 Jean-Luc Guinoiseau  854 mil
 Rui Silveira  858 mil
 Joaquim Goes  858 mil
 Pedro Homem  857 mil
 Amílcar Morais Pires  857 mil
 João Freixa  859 mil
 TOTAL  9,64 milhões



Carla Mendes Ferreira


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« Responder #87 em: Março 30, 2010, 01:59:49 »




Boys para cimentar a confiança e a transparência



Daqui...
http://mediaserver.rr.pt/rr/others/199483226781d5a.pdf

E se estes comissários políticos fossem para o mercado, criassem as suas próprias empresas, pedissem empréstimos e corressem os mesmos riscos e dificuldades com que muitos empresários se confrontam?

De facto, se as empresas públicas e as empresas participadas estão sujeitas a instrumentalizações políticas, a pagamentos de favores políticos ou a instintos controleiros, com recurso a "boys" partidários remunerados principescamente, alguns dos quais sob suspeita ou envolvidos em casos judiciais, então torna-se preferível pôr fim a esta promiscuidade entre Estado e economia.

Penso que, no imediato, seria um extraordinário avanço em termos de transparência e de credibilidade democráticas, se todos os gestores públicos ou indicados por empresas públicas tivessem que ser escrutinados e aprovados em sede parlamentar.

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« Responder #88 em: Abril 05, 2010, 01:16:05 »



domingo, 4 de Abril de 2010
VIVA O LUXO GOVERNATIVO

Governo
Governantes acumulam casa em Lisboa com subsídio

Três secretários de Estado de Sócrates acumulam apoio do Estado para alojamento, mesmo tendo casa em Lisboa.

Três secretários de Estado do actual Governo vão ter direito a um subsídio de alojamento no valor de 16.800 euros anuais, isto apesar de serem proprietários de casas na região de Lisboa. No total, são 13 os governantes a beneficiar deste tipo de apoio - que se traduz em 47 euros por dia, 1.400 euros por mês. Ou seja, a cada ano sairão dos cofres do Estado 218 mil euros para estes subsídios ao Executivo.
De acordo com a lei – um decreto de 1980 –, os membros do Governo têm direito a esta compensação monetária quando, «ao serem nomeados, não tenham residência permanente em Lisboa ou numa área circundante de 100 quilómetros». Ao abrigo desta alínea, quatro ministros e nove secretários de Estado requereram estas ajudas de custo.


Entre estes últimos há três que têm uma particularidade: a residência permanente fica a mais de 100 quilómetros de Lisboa, mas nas declarações de património entregues no Tribunal Constitucional declaram também a propriedade de uma casa na região de Lisboa. É o caso de Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e do Desporto (com residência de origem em Fafe); de Maria Manuel Leitão Marques, secretária de Estado da Modernização Administrativa (morada de origem em Coimbra); e de Fernando Serrasqueiro (de Castelo Branco), secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, que declara uma casa na Costa da Caparica.


Estes casos específicos não merecem qualquer ressalva na lei – que fala em «residência permanente», com os vários requerentes a dar a sua morada de origem. O conselho consultivo da Procuradoria-Geral da República já se pronunciou sobre a matéria, admitindo a atribuição de subsídio mesmo a quem possui casa em Lisboa.


Entre os 13 governantes, há vários que vivem há anos na capital. É o caso do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, que declara residência permanente no Funchal. O ministro da Agricultura, António Serrano, tem residência em Évora, enquanto o ministro da Justiça, Alberto Martins, vive no Porto. Já a ministra do Trabalho, Helena André, dá como residência Oeiras. O gabinete da ministra ressalva que Helena André vivia em Bruxelas até ser nomeada para o Governo, tendo pois direito a subsídio.
Entre os secretários de Estado, além dos já citados, beneficiam de apoio Óscar Gaspar (Maia) e Manuel Pizarro (Porto), da Saúde; Carlos Zorrinho (Évora), secretário de Estado da Energia; Bernardo Trindade (Funchal), responsável pelo Turismo; José Junqueiro (Viseu), da Administração Local; e Alexandre Ventura, da Educação.


Na última legislatura, também Teixeira dos Santos, (com residência no Porto), pediu apoio. O ministro das Finanças não consta da lista agora publicada em Diário da República, mas neste caso a autorização tem de passar pelo primeiro-ministro, de contrário Teixeira dos Santos estaria a atribuir o subsídio a si próprio.


A lei que atribui o subsídio de alojamento tem 30 anos. A antiguidade nota-se: o diploma considera que os encargos da mudança para a capital são «agravados pela rarefacção de habitações passíveis de arrendamento».

In Sol.
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=168171


Publicada por ILÍDIO TRINDADE em 23:39:00 1 comentários 
Etiquetas: Bizarro para não dizer outra coisa, Governo




Domingo, Abril 04, 2010
Pobrezinhos
 

Três secretários de Estado do actual Governo vão ter direito a um subsídio de alojamento no valor de 16.800 euros anuais, isto apesar de serem proprietários de casas na região de Lisboa. No total, são 13 os governantes a beneficiar deste tipo de apoio - que se traduz em 47 euros por dia, 1.400 euros por mês. Ou seja, a cada ano sairão dos cofres do Estado 218 mil euros para estes subsídios ao Executivo
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« última modificação: Abril 05, 2010, 01:18:53 por Ambrósio » Registado
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Endurecer a luta, correr com a ministra!

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« Responder #89 em: Abril 07, 2010, 11:49:27 »


Tive dúvidas em postar isto em "Internacional", mas optei por este, porque Portugal para lá caminha, cada vez mais amarfanhado pelo polvo socretino. Portugal para aqui caminha. A passos largos...


<a href="http://www.youtube.com/v/G-SHAak_stc" target="_blank">http://www.youtube.com/v/G-SHAak_stc</a>

« última modificação: Abril 07, 2010, 11:53:29 por Ambrósio » Registado
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