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158864 Mensagens em 13083 Tópicos- por 41471 Membros - Membro Mais Recente: Aldirene

Setembro 10, 2010, 02:53:32
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Autor Tópico: Santinhos para todos os gostos  (Lida 14094 vezes)
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Endurecer a luta, correr com a ministra!

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« Responder #45 em: Fevereiro 10, 2010, 04:09:51 »



10.2.10
QUE FELICIDADE
 




O senhor conselheiro Pinto Monteiro é magistrado desde os vinte e três anos, disse a propósito de nada. Terá ficado por lá, pelos vinte e três anos? Que felicidade poder ficar pelos vinte e três anos.

Publicada por João Gonçalves em 10.2.10 0 comentários  Hiperligações para esta mensagem

Etiquetas: PGR
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« Responder #45 em: Fevereiro 10, 2010, 04:09:51 »

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« Responder #46 em: Fevereiro 10, 2010, 01:15:58 »



Fevereiro 10, 2010
Mas Não Tinha Sido O Próprio Pinto Monteiro A Afirmar Publicamente Que Estava A Pensar Divulgá-las?

Posted by Paulo Guinote under Coerências, Justiça Mínima, Tou Xim?
[3] Comments

Ou será que a memória já é assim tão curta?


Legalidade das escutas gera divisão
http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&site=educar.wordpress.com&url=http%3A%2F%2Fdn.sapo.pt%2Finicio%2Fportugal%2Finterior.aspx%3Fcontent_id%3D1491032

Especialistas dizem que a sua divulgação não é crime se estiver em causa um direito fundamental.
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« Responder #47 em: Fevereiro 11, 2010, 02:35:35 »



Porque sim, não é resposta



ler mais aqui...
http://www.publico.pt/Sociedade/indicios-de-crime-apuramse-no-fim-e-nao-no-principio-da-investigacao_1422028?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

Depois das desastrosas intervenções públicas de Sócrates e do ministro da Justiça, procurando distrair os portugueses do conteúdo substantivo das escutas (ontologicamente inescapável), o país esclarecido assistiu ao número mediático do Procurador-Geral da República, que, além de indisfarçavelmente nervoso, se refugiou numa lógica de "quero, posso e mando" e de "porque sim", quando confrontado com os fundamentos das suas decisões relativamente ao "caso das escutas" que envolvem o primeiro-ministro, no âmbito do processo Face Oculta.

Sempre aprendemos em casa, na escola e nos mais diversos contextos relacionais que "porque sim, não é resposta", mas, numa sociedade aberta e democrática, a decisão sem justificação que a escore, além de não ser resposta, "cheira a esturro".
A desmontagem da conduta de Pinto Monteiro, neste caso, pode ser lida aqui. Ela torna-se ainda menos compreensível, depois das declarações do presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.

Urgem os esclarecimentos cabais.

Publicada por Octávio V Gonçalves 0 comentários   
Etiquetas Liberdades
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« Responder #48 em: Fevereiro 14, 2010, 01:47:22 »



Domingo, Fevereiro 14, 2010
Dia dos Namorados



Bem procurei eu, entre os nossos políticos, um parzinho com que pudesse assinalar a passagem de mais um Dia dos Namorados. O Sócrates está todos zangado com todos, as oposições porque finalmente lhe acertaram no calcanhar de Aquiles e estão a adorar vê-lo rabear, o seu próprio partido que já deve andar a pensar quem podia sentar-se na sua cadeira, e até os seus comparsas pois há sempre muito rato a fugir de um navio que se afunda. Nos laranjinhas, não é o aroma do “amor” que não anda no ar, mas sim o do poder, da liderança e, muito provavelmente, de governo. O Portas, esse sempre se amou mais a si e ao poder que outra coisa qualquer, quando o poder cai do pedestal só fica mesmo ele. Dos partidos mais vermelhos, esses continuam a não amar nem serem amados por ninguém. O Cupido parece que anda com falta de pontaria para os nossos políticos.



Poderá também gostar de:

Grafonóla Socretina
Ao menino e ao borracho põe-lhe o Carvalho da Silva a mão ...
O Menu do Inspector da ASAE LinkWithin
Publicada por Kaos em 12:31 0 Pastagens    Link

Pastos: Dia dos Namorados, José Sócrates, Tretas
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« Responder #49 em: Fevereiro 20, 2010, 03:43:57 »



Sexta-feira, Fevereiro 19, 2010
Bacorinho Perdeu A Mama E Agora Chora
 



Carlos Santos, professor na Universidade Católica do Porto, que apoiou o PS, decidiu denunciar "a promiscuidade" da campanha socialista, na qual supostamente foram utilizados meios e recursos do Estado para "acções de propaganda política. Aponta nomes de assessores, de chefes de gabinete de ministros, como Augusto Santos Silva e Mário Lino. E fala mesmo do envolvimento pessoal de secretários de Estado.

Carlos Santos é um ilustre professor universitário. Já aqui falei dele. Muito disponível e empenhado, não descansou um minuto durante o ano de 2009 a fazer servicinhos ao ingº sucratas e ao P.S. no seu blogue. Servicinhos que, o seu luminoso espírito já conjecturava virem a trazer-lhe benefício.

Os cuidados eram tão poucos e a promiscuidade tão evidente que, não admira, o noivo de ocasião não tardou em lhe pôr um enfeitado par de cornos na aguçada e untada testa.

Em resultado da encornadura, vem agora o ilustre professor de economia da Universidade do Porto, escovador nos tempos livres, denunciar os membros do Governo socialista de utilizarem meios do Estado para o ajudarem a fazer campanha eleitoral no seu blogue.

Chora Carlos. Chora que quem não chora não mama.
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« Responder #50 em: Fevereiro 21, 2010, 08:24:45 »



CONGELAMENTOS


Se ganhássemos uma ínfima parte de um salário destes também não nos importaríamos de ter o ordenado congelado. Ah, não se esqueçam de que o governo (o tal que decide congelar os nossos salários) autorizou aumentos nas despesas dos ministros.... Pois é: uns pagam a crise enquanto outros gozam à brava.


E nós assistimos impávidos e serenos.

Governo congela salários até 2013!
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1422297

«O Diário Económico apurou que o PEC vai prever uma política de moderação salarial para a Função Pública até 2013, com metas definidas sobre o peso da factura com pessoal no total da despesa do Estado»
http://economico.sapo.pt/noticias/governo-congela-salarios-reais-da-funcao-publica-ate-2013_81355.html

Ora cá vão uns salariozitos que vão entrar em "moderação" e não vão aumentar:

- Mata da Costa: presidente CTT, 200 200,00 €
- Carlos Tavares: CMVM, 245 552,00 €
- António Oliveira Fonseca: Metro do Porto, 96 507,00 €
- Guilhermino Rodrigues: ANA, 133 000,00 €
- Fernanda Meneses: STCP, 58 859,00 €
- José Manuel Rodrigues: Carris, 58 865,00 €
- Joaquim Reis: Metro de Lisboa, 66 536,00 €
- Vítor Constâncio: Banco Portugal, 249 448,00 €
- Luís Pardal: Refer, 66 536,00 €
- Amado da Silva (ex-chefe de gabinete de Sócrates): Anacom, Autoridade Reguladora da Comunicação Social, 224 000,00 €
- Faria de Oliveira: CGD, 371 000,00 €
- Pedro Serra: AdP, 126 686,00 €
- José Plácido Reis: Parpública, 134 197,00 €
- Cardoso dos Reis: CP, 69 110,00 €
- Vítor Santos: ERSE, Entidade Reguladora da Energia, 233 857,00 €
- Fernando Nogueira (este não é o ex-PSD que se encontra em Angola): ISP, Instituto dos Seguros de Portugal, 247 938,00 €
- Guilherme Costa: RTP, 250 040,00 €
- Afonso Camões: Lusa, 89 299,00 €
- Fernando Pinto: TAP, 420 000,00 €
- Henrique Granadeiro: PT, 365 000,00 €

Fonte: Jornal SOL de 22/01/2010

E ainda faltam as Estradas de Portugal, EDP, Brisa, Petrogal, todas as outras reguladoras e observatórios...

Enfim é um fartar vilanagem! E pedem contenção e moderação!!!!

Imaginem o que é pagar um subsídio de férias ou de Natal a estes senhores: ''Tome lá meu caro amigo 350 000 euros para passar férias ou fazer compras de Natal''.

E pagar-lhes esta reforma... É no mínimo imoral e no máximo corrupção à sombra da lei... Até porque estes cargos não são para técnicos, mas são de nomeação política. É isto que lhes retira toda e qualquer credibilidade junto do povo e dos quadros técnicos.

Nota: Este texto foi recebido por e-mail, não tendo sido possível conferir os valores apontados na fonte referida.


Publicada por ILÍDIO TRINDADE em 15:36:00 1 comentários 
Etiquetas: Congelamento
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« Responder #51 em: Fevereiro 23, 2010, 01:38:44 »



Fevereiro 22, 2010
Esquisitíssimo E Escrito Em Popotês
Posted by Paulo Guinote under Esta Não Esperava, Justiça Mínima
[14] Comments


Escutas a magistrados garantem o segredo de justiça
http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&site=educar.wordpress.com&url=http%3A%2F%2Ftv1.rtp.pt%2Fnoticias%2Findex.php%3Ft%3DPGR-quer-saber-quem-e-o-autor-da-fuga-de-informacao.rtp%26article%3D321229%26visual%3D3%26layout%3D10%26tm%3D8

Cândida Almeida considera a divulgação das escutas no âmbito de investigações judiciais violação um crime não justificado pelo dever de informação que considera não ser um direito absoluto. Para resolver o problema da violação do segredo de justiça defende a permissão das escutas telefónicas alargados a todos inclusive a magistrados.
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« Responder #52 em: Fevereiro 23, 2010, 02:15:37 »



FRONTEIRA
 
O primeiro-ministro fez de conta que tinha sentido de Estado e foi para a Madeira. Depois começaram todos, como um slogan, a dizer que as divergências partidárias não se colocam nestas coisas. Isso a gente já sabe, é o que é suposto de gente normal e não devia ser necessário dizer-se (nem favorecer perguntas idiotas dos jornalistas) se esta gente fosse "normal". As pessoas não vão mais além, nem mesmo essa espécie de entidade chamada "dirigentes".

O dr Jardim, feito parvo, disse logo para a jornalada não falar muito por causa do turismo como se isso fosse o que agora importa e como se, como aconteceu, a imprensa internacional não fizesse disto as respectivas primeiras páginas.

Depois, o sonso Sócrates, foi lá inteirar-se das ocorrências, de gravata escura, camisa branca e semblante carregado, para, logo depois, aparecer de gravata escarlate, camisa azul vistosa e de largo sorriso à mesma jornalada que, de microfone em punho, o recebia naquela tourné de propaganda do PS que esse secretário-geral iniciou há dias. Em boa verdade, é aquele lugar comum do "é preciso andar para a frente" com muita forma inoportuna e imensa falta de conteúdo.

E é também a total ausência de Nobreza ao mesmo tempo que os tais dirigentes, que não é suposto terem variações de personalidade, pelo menos, em público e escandalosas, mostram aquilo que genuinamente são.


Publicada por ALM em 22.2.10 5 comentários  Hiperligações para esta mensagem
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« Responder #53 em: Março 12, 2010, 02:20:37 »



Última Hora » Política
Governador Civil de Aveiro alvo de buscas (com perfil)
11 MARÇO 2010

José Mota, governador civil de Aveiro e antigo presidente da câmara de Espinho foi alvo de buscas pela Polícia Judiciária. A notícia avançada pela SIC adianta ainda que as buscas tiveram lugar na residência de José Mota e também no gabinete que ocupava anteriormente na câmara de Espinho.

O governador civil de Aveiro é suspeito de ter utilizado indevidamente meios da autarquia para fins privados, nomeadamente, viagens.

Autarca derrotado
José Mota esteve à frente da autarquia de Espinho durante 16 anos. Nas últimas eleições autárquicas, em Outubro, o socialista perdeu a câmara ao PSD. No dia seguinte à derrota, alguns tentavam justificar à Lusa o desaire eleitoral socialista.

Entre elas incluiam-se as alegadas viagens do autarca. "Essas histórias de ele passar muito tempo no Brasil, e de favorecer este e aquele, também não ajudaram nada", afirmou então Manuel Rocha, um engenheiro civil que reside na cidade.
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« Responder #54 em: Março 19, 2010, 03:17:33 »



Quinta-feira, Março 18, 2010
Socialistazinho Camuflado
 



Este era, até há bem pouco tempo, um caso pontual. E perdoável. O Biscaia estava, afinal, a salvar as crianças drogadas da Amadora.
O Paulo soltou uma franga ontem. E então, ficamos a saber que o Dr. José Augusto Ferreira Araújo, Vereador dos Recursos Humanos da Câmara Municipal de Guimarães, por delegação de competências, é a mesma pessoa que José Augusto Ferreira Araújo, Director da Escola das Taipas e homem de mão de Maria de Lurdes Rodrigues.
Podia ser tentado a censurar o homem. Mas não é justo.
Há algum político que não acumule?
O homem está a cuidar da vidinha dele. Deixem-no estar.
Acho melhor deixarmos o Dr. José e passarmos ao tiro ao prato. Eu explico.
Se até ao dia 14 de Março não conhecíamos nenhum director de Escola em acumulação de funções.
Se apareceu o salvador Biscaia e o Dr. José é bem possível haver mais acumuladores furtivos?
Que estão caladinhos a comer do prato do orçamento...
Percebem?

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« Responder #55 em: Março 19, 2010, 03:53:43 »



Socialista coordena a estrutura de missão das Lojas do Cidadão

Gestor nomeado por Sócrates beneficiou grupo Lena
18.03.2010 - 21:59 Por Ana Henriques

6 de 6 notícias em Local
« anteriorO socialista que coordena a estrutura de missão das Lojas do Cidadão de segunda geração corre o risco de ser multado por ter, no entendimento do Tribunal de Contas, beneficiado o grupo Lena em 2007, numa empreitada destinada a terminar o quartel da GNR de Castelo Branco.
Na altura, Eduardo Elísio Feio dirigia o Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações (GEPI) do Ministério da Administração Interna. A obra em causa havia sido deixada a meio pelo empreiteiro anterior, a Conegil, que entretanto falira. Ligada a um amigo de José Sócrates, a empresa ainda tinha recebido meio milhão de euros por conta das obras antes de a abandonar, num processo igualmente censurado pelo Tribunal de Contas.

Para acabar o quartel, o GEPI abriu em 2004 um concurso público, no valor de mais 1,67 milhões. O problema é que os custos desta última empreitada acabaram por disparar para mais de dois milhões. E os trabalhos a mais que estão na origem de parte significativa deste acréscimo constituem, na realidade, uma nova empreitada, pelo que deviam, como tal, ter sido alvo de concurso público ou de concurso limitado – e não de ajuste directo ao grupo Lena. O Tribunal de Contas considera que há perto de 294 mil euros de despesas pagas ilegalmente pelo Ministério da Administração Interna à construtora do quartel, um entendimento partilhado pelo Ministério Público, entidade à qual o processo foi remetido. Elísio Feio incorre agora em responsabilidades financeiras, ou seja, pode vir a ser multado entre 1440 e 14.400 euros.

O PÚBLICO tentou ontem contactar o ex-dirigente do GEPI, mas sem sucesso. Quando foi confrontado pelo Tribunal de Contas com o sucedido, Elísio Feio alegou que muitas das correcções que a obra teve de sofrer se deveram a deficiências de projecto. E que não possui qualquer formação jurídica, pelo que confiou nas informações que lhe foram prestadas pelos serviços que dirigia. Um argumento que não colheu junto do Ministério Público, que não encontra “especiais razões de atenuação de culpa” deste gestor público.

Ex-vice-presidente da Câmara de Aveiro, Elísio Feio foi nomeado em 2008 por José Sócrates para as Lojas do Cidadão por causa da sua “idoneidade, experiência e competência” no “desempenho de altas funções”.
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« Responder #56 em: Março 21, 2010, 03:58:09 »



sexta-feira, 19 de Março de 2010
Notas soltas
Notas soltas (porque o tempo não tem dado para mais).

1. A ministra da Educação, Isabel Alçada, anunciou hoje que vai alterar o regime de faltas dos alunos e que voltará a haver distinção entre ausências justificadas e injustificadas.
Alfim! Todavia, este anúncio é mais um episódio que serve para reconfirmar aquilo que há muito se sabe: o Partido Socialista não tem uma política para a Educação.
Aquilo a que o PS chama uma política para a Educação resume-se a um amontoado contraditório e caótico de ideias. Aquilo que, nos últimos cinco anos, o Partido Socialista já fez e desfez no domínio da Educação supera aquilo que a mais fértil imaginação conseguiria congeminar. E se compararmos com a política educativa do anterior Governo socialista, o de António Guterres (cuja paixão era a Educação...), a única conclusão que se pode tirar é a de que, aliada à incompetência técnica evidenciada pelos políticos socialistas e pelos seus conselheiros, graça naquele partido uma completa irresponsabilidade que tudo permite.
Contudo, quem paga a factura desta incomensurável irresponsabilidade socialista são os jovens, são os professores, são as famílias, é o País.

2. «A maioria dos políticos e gestores públicos que constam das listas de prendas de Natal do empresário de Aveiro — apreendida pela Judiciária no âmbito da investigação do caso Face Oculta — diz que desconhece os presentes enviados pelo sucateiro. [...]
Contactado pelo SOL, o gabinete de José Sócrates respondeu: "O primeiro-ministro não conhece o senhor Manuel Godinho e não recebeu pessoalmente qualquer presente de Natal seu."» (Sol, 19/3/10)
Não é possível deixar de assinalar a oportunidade e a perspicácia da introdução do advérbio «pessoalmente». Aliás, os advérbios têm sido um instrumento ultimamente bastante utilizado pelo primeiro-ministro. Há pouco tempo, revelou-se de particular oportunidade a introdução do advérbio «oficialmente», para justificar o desconhecimento do negócio da PT... Agora, ficamos a saber que de uma forma directa não recebeu nenhum presente, isto é, pessoalmente não recebeu. E por interposta pessoa, portanto, não pessoalmente, recebeu?

3. «Mesmo que teoricamente Sócrates tivesse mentido, o negócio da TVI não é fundamento para moção de censura.» (Vitalino Canas, Sol, 19/3/10).
Vamos então supor, teoricamente, que o negócio da TVI não é fundamento para moção de censura. E o facto de um primeiro-ministro mentir ao Parlamento não é fundamento para uma moção de censura? O problema de um primeiro-ministro mentir ao Parlamento não é um problema em si mesmo, independentemente da mentira ser referente à TVI ou a qualquer outro assunto?
Vitalino Canas sabe que é, mas faz de conta que não sabe.

Publicado por Mário Carneiro 2 comentários
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« Responder #57 em: Março 24, 2010, 04:34:10 »

Inimigos da Escola Pública

Quarta-feira, Março 24, 2010
Uma Mão Lava A Outra E As Duas Lavam A Cara
 
 

AR pede auditoria jurídica sobre viagens de Inês de Medeiros
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=166844



Inês de Medeiros, para além de ser uma belíssima mulher e uma consagrada artista, é também deputada do partido socialista. Ao contrário dos que dizem que a senhora é deputada porque uma mão lava a outra e as duas lavam a cara, eu acho que se trata apenas de um erro de casting.

O problema por que passa a Inês é um problema tipicamente português: inveja e dor de cotovelo.

A Inês vive em Paris e o povo português (digo sempre esta expressão com algum dramatismo e, naturalmente, pondo a mão no peito) elegeu-a, sem saber, deputada. Sua representante, portanto.

Qualquer mente de meridiana inteligência perceberia que a um deputado tem de se garantir a deslocação da sua residência para o Parlamento e vice-versa
O Parlamento português sabe isso muito bem e, consequentemente, paga as deslocações de todos os deputados. Assim como paga outros escandalosos e ilegítimos (que não ilegais) subsídios de que que não é o momento para se falar.
Qual é a dúvida então? Para quê uma auditoria?

A dúvida está no facto de a residência da Inês ficar em Paris - França.
E as viagens semanais ficarem muito caras.

E, na actual conjuntura, o povo poder achar mal que o obriguem a pagar deslocações semanais de cerca de 1400 euros (1.200 para avião + 200 para táxi e gorjetas), ou seja, 5.600 euros/mês só para viagens de uma deputada.

Acham os deputados que é um escândalo. Por isso, empurram a coisa pedindo uma auditoria jurídica.

Acontece, porém, que não é preciso ser jurista, nem economista, nem advogado, nem sequer deputado para se perceber que o Povo Português (ai o meu peito!) escolheu - expressão pertinente - como sua representante a Inês, sabendo que a mesma morava em Paris-França.

Portanto - e com este meu parecer poupam-se uns trocos à nação - o Povo Português só tem é que se chegar à frente e pagar os 5.600 euros por mês de viagens à actriz-deputada Inês de Saint-Maurice Esteves Victorino d'Almeida, mais conhecida por Inês de Medeiros, sua lídima representante.

Perceberam?

Reitor

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« Responder #58 em: Março 29, 2010, 02:23:26 »



A ASCENSÃO DE UM PIRÓMANO AO BCE




"Não admira que os portugueses estejam contentes com a saída de Victor Constâncio", declarou Astrid Lulling, deputada democrata-cristã luxemburguesa, ao questionar o governador do Banco de Portugal sobre os casos BCP, BPP e BPN.
Este assumirá o cargo de vice-presidente do Banco Central Europeu em Junho próximo. Mas para aquela euro-deputada, entregar a supervisão do BCE a Constâncio "é como dar dinamite a um pirómano" (sic)
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« Responder #59 em: Março 31, 2010, 10:34:17 »



quarta-feira, 31 de Março de 2010
É PRECISO AGIR, CAROS CONCIDADÃOS

Caros cidadãos votantes deste país,

Face às exigências de contenção que o governo tem pedido a “todos” os portugueses, chegou o momento de opinarem directamente junto do Parlamento sobre a situação da deputada Inês de Medeiros, a qual entrou na vida política do país por convite directo do Sr. Sócrates.
Eis a notícia que vos deve motivar a agir (ver também O Novo Filme de Medeiros):


Publicado em 31 de Março de 2010
Juristas dizem que não há fundamento legal para o Estado suportar a despesa


Se o conselho de administração do Parlamento decidir pagar as deslocações da deputada Inês de Medeiros a Paris, a opção será mais política que jurídica. Essa é pelo menos a opinião de vários juristas ouvidos pelo i, que consideram não haver base legal para o pagamento das viagens. Ontem, o folhetim - assim designou a deputada a polémica - teve um novo episódio: Inês de Medeiros divulgou uma carta enviada ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, em que pede "o imediato esclarecimento e resolução desta situação".

O conselho de administração aguarda um parecer do auditor jurídico da Assembleia, um magistrado do Ministério Público. A deputada diz ter sabido pela imprensa que esse parecer fora solicitado e mostra-se incomodada com o novo adiamento de uma decisão: "Permita-me, senhor presidente [da AR], que estranhe que tenham sido necessários mais de cinco meses para que se tenha chegado à conclusão de que era necessário um apoio jurídico para resolver o caso omisso que pelos vistos represento", afirma.

O pagamento das viagens entre Lisboa e Paris não tem "fundamento legal", considera o jurista Paulo Veiga e Moura. Embora haja mais casos de deputados a residir fora do círculo pelo qual foram eleitos, é inédito um eleito ter residência no estrangeiro - excepção feita aos círculos da emigração. E a questão do precedente que o caso pode abrir é sublinhada pelo advogado, que já produziu pareceres e publicações sobre regalias na função pública e em cargos políticos. "Por absurdo, se os deputados decidissem ter residência nos Estados Unidos ou em Inglaterra, o Estado estaria a pagar-lhes para virem a Portugal."

Para Paulo Veiga e Moura, a legislação existente apenas permite pagar deslocações ao estrangeiro se forem de serviço. De resto, "o trabalhador público é livre de ter a residência onde quiser, mas não cabe ao Estado suportar esse encargo". Além da perspectiva legal, Veiga e Moura considera a título pessoal que o pagamento das viagens seria "injusto".

Raul Mota Cerveira e Inês Vieira de Almeida, advogados especializados em direito administrativo, explicam que ao caso é aplicável a lei que regula o estatuto remuneratório dos titulares dos cargos políticos (cuja última versão é de 2005). O artigo 17.o determina que os deputados a residir fora de Lisboa têm direito à ajuda de custo fixada para os membros do governo. Em causa está um subsídio de alojamento de cerca de 225 euros por semana, a que acresce um subsídio eventual por cada dia de presença em reunião plenária ou comissões.

No entendimento dos dois advogados, a deputada terá direito a este subsídio e poderá, por exemplo, destiná-lo ao pagamento das viagens de avião. "Não há é base legal para que o excesso seja pago pelo Parlamento", acrescentam. Vários advogados e professores universitários contactados preferiram não fazer comentários. A justificação é simples: trata-se de uma matéria "mais política que jurídica", como afirma Luís Fábrica.

(…) Jorge Costa, deputado social-democrata que integra o conselho de administração da Assembleia, espera que o dossiê fique resolvido em poucas semanas: "Talvez em meados de Abril." Até agora não foi paga qualquer viagem. As deslocações prolongam-se há cinco meses, a ritmo quase semanal. "É fazer as contas, tendo por referência o preço de um bilhete em executiva", afirma Jorge Costa. O voo de ida e volta custa, na TAP, 582 euros. Contactada pelo i, Inês de Medeiros remeteu para a carta, em que sublinha nunca ter pedido qualquer tratamento de excepção. "Não faço mais comentários até a Assembleia se pronunciar", afirma.


Caso estejam de acordo com o suporte das despesas semanais desta senhora, ignorem esta mensagem. Mas se acharem que não é para isso que pagamos impostos e que esta situação é injusta, sobretudo numa altura de crise em que não há aumentos e o desemprego aumenta de dia para dia, então podem sempre fazer "copy paste" da mensagem que se segue e enviá-la, assinada, para os e-mails do Parlamento, que aparecem logo a seguir.

PORQUE QUEM NÃO SE CALA NÃO CONSENTE!!!


Exmos. Srs. Parlamentares,


Enquanto cidadão deste país a quem os governantes têm vindo a exigir sacrifícios ano após ano, país onde o índice de pobreza não pára de aumentar a par do desemprego, venho pela presente manifestar a minha profunda discordância e indignação face à possibilidade de pagamento das despesas de deslocação do nosso país para a sua residência pessoal em Paris, da deputada Inês de Medeiros, por considerar ser essa situação altamente danosa para todos os contribuintes e profundamente injusta para com os funcionários públicos deste país que são obrigados a pagar as custas da sua deslocação sem quaisquer contrapartidas (caso, p. ex., dos professores colocados a centenas de km de casa). Essa senhora aceitou o cargo para o qual foi convidada, apesar de ter residência fora do país onde trabalha. Mas eu, cidadão residente no meu país, recusou-me a custear despesas que em nada beneficiam o país em que nasci e onde opto por viver.

Tratando-se de uma decisão, acima de tudo, política, posto que não cabe ao Estado e, portanto, seus contribuintes, suportar tal despesa, exijo que esta situação seja clarificada e seja dado este exemplo de justiça a todo um país que vive uma crise sem precedentes.
 
A bem de toda a Nação,
Subscrevo-me,
Atentamente,

XXXXX

http://www.parlamento.pt/Paginas/correio.aspx
gp_ps@ps.parlamento.pt
gp_psd@psd.parlamento.pt
gp_pp@pp.parlamento.pt
bloco.esquerda@be.parlamento.pt
gp_pcp@pcp.parlamento.pt
http://www.parlamento.pt/Paginas/CorreioDILP.aspx (divisão de Informação Legislativa e Parlamentar)

ACTUEM, EM NOME DOS VOSSOS IMPOSTOS!


Publicada por ILÍDIO TRINDADE em 15:17:00 0 comentários 
Etiquetas: Bizarro para não dizer outra coisa, Deputados
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