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O Brasil descobre Portugal [escola da Ponte]

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158067 Mensagens em 13062 Tópicos- por 41352 Membros - Membro Mais Recente: mcc

Setembro 03, 2010, 01:55:51
Sala dos Professores* A falar é que a gente se entendeGeralTópico: O Brasil descobre Portugal [escola da Ponte]
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Autor Tópico: O Brasil descobre Portugal [escola da Ponte]  (Lida 1797 vezes)
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Manuel Baptista
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« em: Dezembro 10, 2006, 03:04:06 »

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Por Anonimous 10/12/2006 às 12:47 Já aviso que este é mais um texto sobre escolas entituladas como livres. Carolina Costa editora do Sinapse enviada especial a Portugal Escola pública situada em uma pequena zona rural portuguesa é alvo da visita de centenas de brasileiros por ano, tema de teses de mestrado e doutorado, foco de polêmica entre educadores e fonte de inspiração de projetos alternativos no Brasil Colaborou Dinah Feldman Muitos portugueses nunca ouviram falar na pequena escola, no norte de Portugal, situada em uma cidade de quase 10 mil habitantes. Como o ditado diz que a grama do vizinho é sempre mais bonita, quase mil brasileiros já atravessaram o Atlântico, em 2005, para conhecer o jardim da Escola da Ponte, em Vila das Aves, cidadezinha a 30 km do Porto, encravada em uma zona rural, sem castelos, vinícolas ou qualquer outro ponto turístico. Há tantos educadores interessados no que se passa entre as poucas paredes dessa escola que os próprios alunos elaboraram um manual com os direitos e deveres dos visitantes, entre eles o direito de "ser guiado por um aluno na visita à escola" e o dever de "fazer o máximo de silêncio possível em cada espaço". A intenção é fazer com que as caravanas de professores que aportam na escola não atrapalhem muito o andamento das aulas. Afinal, são os alunos os mais interessados em ter sossego e concentração para estudar. Parece estranho? Pois é, essa autonomia é um choque também para os visitantes. Para uma escola que completou 29 anos há dois meses, a migração de educadores do Brasil é um movimento recente, que nos últimos quatro anos vem se intensificando mês a mês. O sucesso que a Escola da Ponte tem entre professores brasileiros se deve a dois motivos. Além do óbvio interesse por uma pedagogia livre, que estimula a autonomia dos alunos, destrói a figura do professor autoritário e agrega os pais nas instâncias decisórias, há o idioma comum e um livro que descreve a escola como um lugar onde alunos e professores convivem em harmonia, em busca de um modelo de ensino mais eficaz. Escrito pelo educador e colunista da Folha Rubem Alves, o livro "A Escola com que Sempre Sonhei sem Imaginar que Pudesse Existir" (Papirus, 120 págs., R$ 24,50) é o primeiro guia de viagem a que recorrem os brasileiros antes de se lançarem ao mar no descobrimento de Portugal. Publicado em 2001, o livro já está em sua oitava edição. A visibilidade repentina fez com que o educador português José Pacheco, 53, mentor da pedagogia da escola e professor aposentado, dedicasse mais tempo a outra ponte -a aérea, entre Brasil e Portugal. Só na última visita aos colegas brasileiros, entre o final de outubro e o final de novembro, foram cerca de 20 palestras, em cinco Estados. "Quando isso começou no Brasil, pensei que fosse só curiosidade. Pensei "mitificaram a escola", e lá foi o velhote para o Brasil. Depois, percebi que há pessoas realmente interessadas em mudar a escola tradicional", pondera o "velhote", como Pacheco gosta de se auto-denominar. Tendo de vir ao Brasil tantas vezes, ele comprou um sítio em Joanópolis, em São Paulo, perto da divisa com Minas Gerais. Além das visitas-relâmpago, que costumam durar um ou dois dias, há professores brasileiros que fazem a ponte e ficam por lá para estudar a proposta da escola. É o caso de Cláudia Santa Rosa, 34, professora da rede pública de Natal (RN), que foi para Vila das Aves há dois meses e deve acompanhar as aulas até abril de 2006, quando volta para o Brasil e encerra sua tese de doutorado pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Ao lado da professora da PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais) Thaís Costa, 28, que estuda a escola portuguesa in loco há dois meses, Cláudia mapeou três perfis distintos do visitante brasileiro. Segundo elas, existe o tipo "Ponte em um dia", quase sempre o turista que vai para Portugal a passeio e aproveita para conhecer a escola. Há o visitante "prolongando o mito", que se deslumbra com a escola sem perceber seus problemas. Por fim, há o "pesquisador-crítico" -categoria na qual as duas professoras se incluem-, que procura compreender a essência e a prática da Ponte. "Não estamos atrás do projeto perfeito, sabemos das dificuldades que surgem no dia-a-dia, mas a Ponte é inspiradora de sonhos e fazeres", diz Cláudia. O volume de brasileiros na escola tem sido tamanho que, além da pesquisa que as professoras estão fazendo, individualmente, para o doutorado, elas têm feito um levantamento conjunto só com os visitantes do Brasil. Os dados preliminares apontam uma média de três brasileiros por dia a passear entre as salas de aula das duas unidades da escola e a encher os alunos com dezenas de perguntas. As mais comuns: há divisão por série? E um professor para cada disciplina? O aluno faz provas? As respostas para essas e outras perguntas costumam causar surpresa e gerar ainda mais dúvidas. Não, os alunos não são divididos por série ou faixa etária e sim entre iniciação, consolidação e aprofundamento, de acordo com seus avanços pessoais e o tempo em que estão no projeto. Há professores especializados, mas as aulas não são separadas em disciplinas. Os alunos selecionam quais serão seus projetos de estudo durante uma quinzena, formam um grupo e escolhem um professor para acompanhá-los durante todo ano, o tutor. Ao término da quinzena, reúnem-se, checam se alcançaram os objetivos e iniciam uma nova quinzena. Quando consideram que sabem o suficiente, pedem que o professor lhes faça uma avaliação. Se vão bem na prova, passam para outro assunto, caso contrário, voltam a se dedicar ao tema. Além dos três tipos de visitante brasileiro apontados pelas pesquisadoras Cláudia e Thaís, há ainda o militante, aquele que quer fazer parte do projeto e não apenas ser um espectador. Alexandre Pereira, 32, formado em artes cênicas, é o principal representante desse perfil. Em 2003, enquanto estudava para se formar em pedagogia, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Alexandre assistiu a uma palestra com José Pacheco. Saiu do evento determinado a conhecer a escola de perto e, enquanto dirigia sua moto de volta para casa, em Niterói, pensava em como arranjar os R$ 3.000 da passagem e um dinheiro a mais, que o mantivesse em Vila das Aves. Estava sentado na resposta. "Olhei para baixo e tive um estalo. Vendi a moto (uma Honda XLX 350, ano 90) e consegui o preço exato da passagem", conta. Logo percebeu que tinha subestimado o valor do euro e, um mês depois, em janeiro de 2004, teve de voltar para o Brasil. "Não consegui trabalho. Voltei desconsolado", lamenta. Sem se dar por vencido, Alexandre passou 2004 e 2005 guardando dinheiro. Seu esforço foi recompensado e, há dois meses, ele é estagiário na Ponte. Já em Portugal, Alexandre se deparou com problemas mais complexos. Como não recebe nem um centavo pelas aulas, ele trabalha distribuindo jornais de madrugada. Ganha o equivalente a R$ 600 (um professor licenciado em início de carreira ganha cerca de R$ 2.700 na rede pública de Portugal). Gasta R$ 300 para morar em uma casa de família e o restante vai para gás, transporte e refeição na escola -almoço e material didático são pagos pelos pais dos alunos, como em toda a rede pública portuguesa. Para o jantar, às vezes conta com a sopa de dona Ernestina, sua primeira locadora, que se condoeu da situação do brasileiro. "Se não tenho sopa, vou dormir sem jantar", conta. "É o preço." Todo esse sacrifício para dar aulas, de graça, em uma escola com 40 professores e 220 alunos, torna o mito ainda maior. Quem chega à Ponte imaginando encontrar um lugar encantado, o paraíso escolar na Terra, fica desanimado logo nos portões. Não há playground colorido, material didático especial, computadores de última geração. Embora a pintura já esteja um pouco velha, o chão é tão limpo quanto o pequeno refeitório onde é servido o almoço, entre os turnos da manh? e da tarde. Por todas as paredes, os mesmos cartazes de cartolina simples, com desenhos de alunos e recortes de revistas. Parece uma escola pública brasileira, das menores e mais comuns que há por aqui. Um olhar mais atento, no entanto, revela as pequenas diferenças. Nas paredes da Ponte é que está seu segredo. Ao lado dos cartazes alegres de desenhos, um papel convida os alunos a participarem da assembléia, momento em que os estudantes resolvem conflitos, tiram dúvidas e definem regras. Em outra parede, uma chapa apresenta propostas para a melhoria da escola. Na sala Rubem Alves, como foi nomeada pelos alunos, estão estampados todos os conteúdos curriculares exigidos pelo Ministério da Educação para as disciplinas de inglês, geografia, história, português e ciências; em outra sala, está o programa de matemática. São essas as diretrizes que os alunos seguem ao escolher os temas que vão trabalhar durante uma quinzena. Eles sabem que, ao concluir um ciclo, devem saber tudo o que seus colegas estudaram em escolas tradicionais. A forma é que é diferente. Enquanto nas escolas tradicionais o professor especialista dá uma matéria por vez para alunos separados em turmas homogêneas, na Ponte, ele lida com assuntos variados e alunos de idades diferentes. Em uma mesma sala ficam três professores, tirando dúvidas e sugerindo pesquisas na internet ou nos livros. As salas nem têm uma cadeira a mais para o professor, o que exige uma grande disposição física dos docentes. As diferenças não páram por aí. No topo da hierarquia da escola não estão diretores, coordenadores e professores. Está o conselho de pais, responsável pelo que a Ponte é e será. O comprometimento das famílias é tamanho que alguns pais viajam 120 km por dia só para que seus filhos freqüentem as aulas. A entidade tem também um contrato de autonomia inédito na rede educacional de Portugal. É a única escola pública que pode fazer sua própria seleção de professores. Continua em http://www.lumiar.org.br/article.php3?id_article=67
http://brasil.indymedia.org/
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« em: Dezembro 10, 2006, 03:04:06 »

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« Responder #1 em: Dezembro 10, 2006, 09:28:52 »

Ó manuel. Digo-te que foi mais o José Pacheco a descobrir o Brasil do que o Brasil a descobrir a escola da ponte.
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Manuel Baptista
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« Responder #2 em: Dezembro 11, 2006, 01:54:51 »

oxala que todos possamos desccobrir o Brasil, entao! Abraco
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« Responder #3 em: Dezembro 11, 2006, 04:04:08 »

Depende de quem descobre o quê... Os alunos da Ponte, quando chegam ao Secundário, afundam mais que os outros... E os professores dessa dita, estão mais próximos do "pau para toda a colher", embora se esconda muito na pedagogia do projecto autónomo. É uma escola diferente, mas não creio, ao que vejo, e fica aqui tão perto, que as despesas compensem em vantagens... Em redsultados futuros, não será certamente! Mas viva a Escola da Ponte!!!
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« Responder #4 em: Dezembro 11, 2006, 08:54:51 »

Há uns anos o Presidente da República Portuguesa de então, Dr. Jorge Sampaio, visitou esta escola. Nesse dia não se falou de outra coisa. Uma escola em que tudo corria bem, onde não havia problemas de indisciplina, onde as aprendizagens se faziam ao bel-prazer dos alunos... e todos eram felizes.... muito felizes... "Apanhei" a reportagem a meio, na tsf, pela noite dentro. Ainda a tempo de ouvir o nosso digníssimo Presidente dizer algo do género: "Ponham os olhos nesta escola!!" Finda a reportagem, a tsf abriu um espaço aos ouvintes. Estes poderiam telefonar e dar a sua opinião. Então não é que ouvi pais de ex-alunos a queixarem-se que os seus filhos sairam de lá mal sabendo ler e escrever!? Que a dificuldades no ciclo seguinte eram mais que muitas!? E não foi só um pai com tal queixa! Foram aos magotes!! Essa escola é um paraíso, sim, mas um paraíso para os mestres e doutores nas ditas Ciências da Educação. Encontraram um local para vender a sua banha-da-cobra.
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Manuel Baptista
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« Responder #5 em: Dezembro 11, 2006, 11:22:29 »

Nao vou defender um projecto que nao conheco por dentro. Tenho ouvido as mais variadas coisas sobre ele. Ouvi uma conferencia pelo seu principal dinamizador, Pacheco, e gostei do que ouvi. E todas as escolas terao defeitos inevitavelmente porque reflectem o meio social, os valores, as ideologias, etc onde estao inseridas. As pessoas tem tendencia a activarem-se mais na denuncia do que acham que esta mal do que no elogio do que esta bem. Os programas de radio ou tv que dao oportunidade a intervenacao do publico mostram isso invariavelmente, qualquer que seja o tema. Para mim, portanto, os pressupostos teoricos da organizacao da Escola da Ponte sao bons e sao adequados as escolas portuguesas em geral. Esses podemos discutir, sem duvida, de forma serena, olhando a nossa volta e vendo -por exemplo- os pequenos grandes exemplos de pedagogias nao directivas que se vao afirmando (escola basica da Outorela, ja ouviram falar? http://web.educom.pt/~pr2022/ ). Tudo depende da forte personalidade de uma pessoa, com um sentido de leadership e uma seriedade nos propositos muito grande. Mas nao sao herois, sao docentes como os outros, talvez com um percurso mais vincado dentro de uma pedagogia anti-autoritaria.
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« Responder #6 em: Dezembro 11, 2006, 11:23:43 »

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Essa escola é um paraíso, sim, mas um paraíso para os mestres e doutores nas ditas Ciências da Educação.
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« Responder #7 em: Dezembro 12, 2006, 12:43:42 »

Confesso que fico um bocado de pé atrás quando ouço falar tão bem da Escola da Ponte. É que quando a esmola é grande de mais ... Em todos os modelos há aspectos positivos e aspectos negativos, por que razão nunca ouvimos falar dos aspectos negativos quando ouvimos reportagens sobre esta escola? Será que é mesmo perfeita?
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Endurecer a luta, correr com a ministra!

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« Responder #8 em: Janeiro 30, 2010, 02:57:50 »



Janeiro 29, 2010
Como?
Posted by Paulo Guinote under Autonomia, Escolas, Gestão
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Mas quantos contratos de autonomia estão assinados? Quantos estão em preparação? Em que moldes? Que grau de efectiva autonomia existe, sem ser a que deriva de uma certa modalidade de caciquismo?

Porque a autonomia das escolas é um caminho, mas nem sempre pode ser o único caminho e nada disto pode acontecer sem que existam regras claras e transparentes de funcionamento.

Nada disto pode funcionar aos sacões, com contratos assinados em lotes para efeitos mediáticos. É preciso ter alicerces sólidos e uma cultura de rigor na extensão da autonomia financeira e pedagógica ao maior número possível de agrupamentos e escolas.

E é essencial a tal monitorização – diferente de controle à distância – dos resultados dessa autonomia. Porque, caso contrário, caímos naquela situação dos hospitais com gestão privada, em que não se percebe se a experiência valeu a penas ou não, de tão confusos que são os diagnósticos.

Isabel Alçada assegura que processo de autonomia das escolas continua
http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&site=educar.wordpress.com&url=http%3A%2F%2Fwww.rr.pt%2Finformacao_detalhe.aspx%3Ffid%3D92%26did%3D88697

Isabel Alçada garantiu-o esta manhã, na Maia, no decorrer do Conselho de Escolas, depois do ex-ministro da Educação o ter pedido durante este fim-de-semana numa conferência na Universidade Católica. Marçal Grilo aludiu à necessidade dos estabelecimentos poderem adoptar o seu próprio projecto educativo sendo, ao mesmo tempo, autónomos da subsidiação estatal.

A ministra fala dum processo que está no caminho certo: “Um processo em que se reforça também a autonomia financeira, administrativa e pedagógica para que haja um maior autocontrolo da produtividade. Há um processo de abertura de novas candidaturas – para celebração de contratos de autonomia – mas, em simultâneo o Conselho de Escolas em colaborarão coma tutela está a organizar formação específica sobre vários domínios relacionados com as diferentes dimensões do trabalho de gestão da direcção das escolas”.

A governante defendeu também a criação de mecanismos de monitorização nas escolas para que seja possível obter melhores resultados de aprendizagem dos alunos. “Os resultados de aprendizagem dos alunos são o essencial da actividade educativa. É indispensável criar mecanismos de monitorização na gestão da aprendizagem dos alunos”.

Na sua opinião é preciso uma escola mais eficaz, com melhores resultados pedagógicos, sendo para isso necessário que se faça uma avaliação de todas as iniciativas e dos esforços realizados.
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