| Avaliação de professores é para prosseguir |
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| Escrito por Administrator | |||||
| 13-Mar-2008 | |||||
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A ministra da Educação deixou claro que não haverá qualquer recuo do Governo no que respeita à avaliação dos professores.
A ministra da Educação disse ainda que da reunião saiu a ideia de que é fundamental que cada escola encontre o seu ritmo e que este seja respeitado. Contudo, Maria de Lurdes Rodrigues advertiu que - malgrado as limitações que possam condicionar o trabalho de alguns estabelecimentos - os sete mil professores contratados e docentes dos quadros que estão em condições de subir de escalão terão obrigatoriamente, "porque esse direito lhes assiste", de ser avaliados durante este ano lectivo. "Há um entendimento entre o Ministério da Educação e o Conselho de Escolas no sentido de que caberá às escolas estabelecer o seu próprio programa de avaliação. Mas as escolas deverão criar condições para que os professores que necessitam da avaliação para progredir na carreira, bem como os professores contratados, possam ver cumprida a sua avaliação", afirmou a responsável máxima da Educação. Maria de Lurdes Rodrigues anunciou ainda que durante a reunião ficou acordada a criação de um grupo de trabalho para que sejam "analisadas as condições de reforço dos meios nas escolas no próximo ano (lectivo), uma vez que será no próximo ano que haverá um maior esforço organizativo da avaliação". A governante acabou por destacar a maior autonomia atribuída às escolas durante o processo, nomeadamente na definição dos prazos intermédios da avaliação e a garantia de que "podem adoptar procedimentos mais simplificados, por exemplo abdicando da observação de aulas". Fenprof espera por "resposta" do Governo na sexta-feira A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) voltou hoje a avisar o Governo que só entrará num acordo se o processo de avaliação de desempenho dos professores for suspenso neste ano lectivo e aplicado a título experimental no próximo ano. Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, já avisou o Ministério da Educação que terá na sexta-feira, quando reunir com a federação sindical, "a sua última oportunidade". "Qualquer documento de natureza política que seja construído a partir da reunião de sexta-feira com o Ministério da Educação só terá a concordância da Fenprof se for inequívoca a suspensão da avaliação de desempenho este ano lectivo e que nenhum professor seja prejudicado por isso", ameaçou Mário Nogueira. Paulo Alexandre Amaral, RTP fonte: http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=332854&visual=26&tema=1
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Após a reunião com o Conselho de Escolas, Maria de Lurdes Rodrigues anunciou por outro lado que serão os estabelecimenttos a definir o seu programa de avaliação.