| Dia Nacional de Luto contra o ECD do ME |
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| Escrito por Administrator | |||||
| 09-Jan-2008 | |||||
Faz no próximo dia 19 de Janeiro um ano que o Governo impôs uma nova versão do Estatuto da Carreira Docente. Fê-lo à margem de qualquer processo negocial, o qual, durante meses, foi simulado para que a opinião pública pensasse que, de facto, existia. Na prática, e como balanço final da acção de todo o movimento sindical unido, em diversas acções e nas reuniões realizadas com o Ministério da Educação, o governo manteve todos os grandes princípios que afirmou no início do processo, tendo-se limitado, na grande maioria dos casos, a apenas alterar meros pormenores de ordem técnica, que, muitas vezes, resultaram da incompetência da própria equipa negociadora do governo. O fim da carreira única, a estratificação e fraccionamento da carreira, a criação de constrangimentos administrativos à progressão na carreira, o aumento do horário de trabalho, o reforço das responsabilidades dos professores que se traduzem em maior sobrecarga em aspectos de ordem não pedagógica, a transformação da docência numa profissão mais burocratizada, mais tutelada, menos autónoma e mais sujeita a influências externas perniciosas e a transposição para os professores e educadores da cegueira do SIADAP de toda a administração pública, são alguns dos aspectos mais contestados, mas que, sobretudo, são agentes funcionarizadores da profissão docente. Fonte: http://www.sprc.pt/paginas/Novidades/novidades_lutoecd.html
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Faz no próximo dia 19 de Janeiro um ano que o Governo impôs uma nova versão do Estatuto da Carreira Docente. Fê-lo à margem de qualquer processo negocial, o qual, durante meses, foi simulado para que a opinião pública pensasse que, de facto, existia.