| Ensino profissional estreia-se no público |
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| 02-Jul-2004 | |||||
Para além dos cursos tecnológicos, voltados para áreas profissionais carenciadas, as escolas secundárias oficiais passam a oferecer, já no próximo ano lectivo, cursos profissionais, em regime de experiência pedagógica. Esta parece ser uma das grandes novidades da reforma do Secundário. Para já, a rede é reduzida e oferece formação apenas nas áreas da Mecânica e Química. O objectivo é propor outros caminhos de formação aos alunos que não visam ingressar no Ensino Superior. Simultaneamente, pretende-se reduzir a elevada taxa (45%) de jovens que saem do sistema de ensino sem concluir o Secundário, o que coloca Portugal na cauda da Europa dos 25.Até aqui entregue ao Instituto de Emprego e Formação Profissional e a escolas privadas, os cursos profissionais passarão, a partir de Setembro, a ser leccionados em escolas secundárias oficiais. Para tanto, o Ministério da Educação readaptou os currículos existentes, assim como os programas. A falta de tempo útil ditou que, no próximo ano lectivo, apenas haja oferta nas áreas de Mecânica e Química. Com a duração de três anos lectivos, o cursos asseguram um estágio de seis meses numa empresa. Helena Roque, directora regional adjunta da Educação do Norte, disse ao JN que já existem protocolos que asseguram aos alunos a necessária formação prática. As escolas secundárias com formação profissinal terão um modelo de gestão próprio, no qual participam o Instituto de Emprego e Formação Profissional e a Associação Empresarial de Portugal. in JN de 02/07/2004
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Para além dos cursos tecnológicos, voltados para áreas profissionais carenciadas, as escolas secundárias oficiais passam a oferecer, já no próximo ano lectivo, cursos profissionais, em regime de experiência pedagógica. Esta parece ser uma das grandes novidades da reforma do Secundário. Para já, a rede é reduzida e oferece formação apenas nas áreas da Mecânica e Química. O objectivo é propor outros caminhos de formação aos alunos que não visam ingressar no Ensino Superior. Simultaneamente, pretende-se reduzir a elevada taxa (45%) de jovens que saem do sistema de ensino sem concluir o Secundário, o que coloca Portugal na cauda da Europa dos 25.