| Manif: sindicatos esperam 25 mil professores |
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| Escrito por Administrator | |||||
| 29-Fev-2008 | |||||
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E pedem audiências a Cavaco e Sócrates para analisar sector da Educação.
Em declarações à agência Lusa, o porta-voz da plataforma que reúne dez sindicatos do sector, Mário Nogueira, anunciou ainda que dada a elevada adesão esperada, a «Marcha da Indignação» vai partir do Marquês de Pombal (15h00) em direcção ao Rossio, em Lisboa, onde se realizará um plenário de professores, à semelhança do protesto de 2006. Inicialmente, o plenário estava previsto para o largo em frente à Assembleia da República. A 6 de Outubro de 2006, mais de 20 mil docentes protestaram contra o novo Estatuto da Carreira Docente, que acusaram a tutela de «impôr sem uma efectiva negociação», e agendaram, após plenário, uma greve de dois dias. «Vamos solicitar uma audiência ao Presidente da República, Cavaco Silva, para manifestarmos as preocupações dos professores em relação à Educação. As escolas estão sob enorme pressão e instabilidade e a insatisfação é muito grande. Julgamos que vai agravar-se ainda mais se o ministério insistir em avançar com esta a avaliação de professores», afirmou o responsável, em declaraçõões à Agência Lusa. Quanto ao encontro com o primeiro-ministro, José Sócrates, o também secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, afirmou que «a grave situação» que se vive no sector de Educação já não pode ser resolvida com o ministério, mas sim com o responsável máximo pelo Governo. Na manifestação de 8 de Março, os docentes vão protestar contra as políticas educativas da equipa da ministra Maria de Lurdes Rodrigues, mas também contra a prova de ingresso na carreira, o sistema de avaliação, os horários de trabalho e a divisão da carreira em duas categorias, definida no Estatuto da Carreira Docente. Por outro lado, os professores exigem ainda alterações nos novos diplomas sobre gestão escolar e educação especial, bem como nas intenções da tutela de reformular o ensino artístico. Durante o protesto, os docentes deverão exigir a demissão de Maria de Lurdes Rodrigues, apesar de Mário Nogueira sublinhar que a saída da ministra não irá resolver os problemas do sector. «Isso não irá resolver os problemas da Educação, porque não fica garantida a alteração do rumo das políticas. A própria equipa ministerial é só por si um dos problemas do sector. Com esta equipa será impossível renegociar o Estatuto da Carreira Docente», afirmou o dirigente sindical. Na «Marcha da Indignação» a cor predominante será o negro, já que os docentes vão apresentar-se de luto e sob os lemas «Assim não se pode ser professor» e «A escola pública não aguenta mais esta política». fonte: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=921633&div_id=291
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