| Ministério recua e abre possibilidade de professores presidirem ao Conselho Geral |
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| Escrito por Administrator | |||||
| 19-Fev-2008 | |||||
O Governo recuou no novo diploma sobre autonomia, gestão e administração escolar, ao admitir a possibilidade, segundo um comunicado do Ministério da Educação (ME), dos professores presidirem ao Conselho Geral, futuro órgão de direcção estratégica das escolas. Em comunicado divulgado segunda-feira à noite, a tutela acrescenta que a versão final do diploma, a apresentar quinta-feira em Conselho de Ministros, deverá contemplar ainda o aumento da duração dos mandatos do director e do Conselho Geral, de três para quatro anos, bem como alterações na composição do Conselho Pedagógico.
A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e os secretários de Estado Valter Lemos e Jorge Pedreira reuniram-se segunda-feira com o Conselho das Escolas, órgão consultivo do ME, para analisar o diploma, tendo sido acolhidas "a maior parte" das sugestões apresentadas. "Da reunião saiu o acolhimento da maior parte das sugestões apresentadas, designadamente a possibilidade de o Conselho Geral ser presidido por um professor, o aumento do prazo de duração dos mandatos de três para quatro anos, requisitos mais flexíveis na designação dos adjuntos do director e mais autonomia na forma de constituição e designação das estruturas intermédias, para além dos departamentos curriculares", afirma o ME, em comunicado. Fonte: http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/Gestao+escolar.htm
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| Actualizado em ( 19-Fev-2008 ) | |||||
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Em comunicado divulgado segunda-feira à noite, a tutela acrescenta que a versão final do diploma, a apresentar quinta-feira em Conselho de Ministros, deverá contemplar ainda o aumento da duração dos mandatos do director e do Conselho Geral, de três para quatro anos, bem como alterações na composição do Conselho Pedagógico.