| Ministra da Educação promete condições para avaliar professores ainda este ano lectivo |
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| Escrito por Administrator | |||||||||||||||||
| 24-Jan-2008 | |||||||||||||||||
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"Não respondo às críticas da Fenprof, tem todo o direito de criticar [mas] possui um conhecimento parcial da realidade. O que posso dizer é as escolas terão todas as condições para levar a cabo o processo de avaliação dos professores", disse a ministra à margem da inauguração da escola básica integrada de Vale Rosal na Charneca da Caparica, Almada. A Federação Nacional dos Professores exigiu terça-feira a suspensão do processo de avaliação de desempenho dos docentes até ao final do ano lectivo, considerando que é impossível às escolas cumprir os prazos, já que "não se verificam as condições legalmente exigidas". Em causa está um decreto-regulamentar publicado em Diário da República a 10 de Janeiro que estipula que nos primeiros 20 dias úteis após a sua entrada em vigor as escolas deverão aprovar "os instrumentos de registo e os indicadores de medida". No entanto, o mesmo diploma refere que aqueles instrumentos de registo a aprovar pelos conselhos pedagógicos das escolas terão em conta "as recomendações formuladas pelo conselho científico para a avaliação de professores". O prazo termina a 08 de Fevereiro, mas ainda não são conhecidas as recomendações daquele órgão. Ministério da Educação e Fenprof mantêm braço de ferro "O Ministério da Educação não cumpriu as suas obrigações legais, mas exige às escolas que, em 20 dias, desenvolvam procedimentos impossíveis de concretizar nas condições e prazos estabelecidos", afirmou a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), em comunicado. Maria de Lurdes Rodrigues afirmou hoje que o ministério vai dar todas as condições às escolas e explicou que não se devem levantar problemas "onde eles não existem". A ministra da Educação assegurou também que tudo está a decorrer dentro da normalidade com o conselho científico para a avaliação do professores, explicando que tem grandes expectativas sobre o primeiro processo de avaliação. Em declarações aos jornalistas, Maria de Lurdes Rodrigues garantiu também que não existe nenhum professor no quadro de mobilidade e que as negociações com os sindicatos estão a decorrer sem problemas. in Publico de 24.01.2008
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